*FÊMUR
*JOELHO
*PATELA
ANATOMIA DO FÊMUR
POSICIONAMENTO PARA RADIOGRAFIA DE FÊMUR E RELAÇÃO: ESTRUTURA E PÓLO CATÓDICO
Figuras 01 e 02- Vista dorsal do fêmur “esquerdo”, e vista dorsal do fêmur “esquerdo”. Partes proximal e distal do fêmur. Fonte: Atlas Fotográfico de Anatomia.
POSICIONAMENTO PARA RADIOGRAFIA DE FÊMUR. RELAÇÃO: ESTRUTURA E PÓLO CATÓDICO.
Figuras 03, 04 e 05- Posição da parte a ser radiografada e pólo catódico. CLÉLIA MAGALHÃES, 2023
ÂNGULOS DE REFERÊNCIA PARA FLEXÃO DO JOELHO/COXA E PERNA
Figura 06- Diferentes ângulos utilizados para a realização das incidências para membros inferiores. FD
INCIDÊNCIA EM ANTEROPOSTERIOR (AP) DO FÊMUR PROXIMAL E DISTAL
INDICAÇÃO- Rotina de estudo radiográfico da coxa e avaliação de fratura proximal e distal.
POSIÇÃO DO PACIENTE E DA PARTE: Paciente em decúbito dorsal na mesa ou bucky com o membro a ser estudado estendido e sem rotação, e com a região posterior em contato com a superfície da mesa. A coxa a ser estudada deve estar alinhada com a linha central da mesa.
RAIO CENTRAL- Incide perpendicular ao RI, entrando no centro da coxa.
CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS- Da metade a dois terços proximais do fêmur devem estar incluídos, incluir também a articulação do quadril. Uma rotação de 10º a 15º interna é necessária para a porção proximal.
Figuras 07, 08, 09 e 10- Posicionamento do paciente para a incidência da coxa em anteroposterior (AP). BIASOLI, 2ª EDIÇÃO e Posicionamento do paciente para a incidência da coxa em anteroposterior (AP), com o RC entrando na diáfise do fêmur. Fonte: Posicionamento Radiológico. E esquemas de posicionamento do RI e posição da parte. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023
Figuras 11
e 12- Posicionamento do paciente para a incidência da coxa em anteroposterior
(AP), com o RC entrando na diáfise do
fêmur. CLÉLIA MAGALHÃES, 2023
INCIDÊNCIA EM PERFIL (MÉDIOLATERAL) PARA FÊMUR PROXIMAL E MEDIAL
POSIÇÃO DO PACIENTE E DA PARTE: Flexionar o joelho do lado afetado aproximadamente 45º, alinhar o lado afetado com a linha central da mesa. O paciente poderá ser girado cerca de 15º a fim de evitar sobreposição da porção proximal do quadril.
RAIO CENTRAL: Incide perpendicular ao RI, entrando no centro da coxa.
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Devido ao efeito anódico, colocar o quadril do paciente do lado do pólo catódico.
CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS- Da metade a dois terços proximais do fêmur devem estar incluídos, incluir também a articulação do quadril.
Uma rotação de 10º a 15º interna é necessária para a porção proximal;
Uma rotação de 5º internamente para a porção distal, assim como no joelho e necessária.
Figuras 13, 14 e 15- Médio-lateral-
porção proximal e medial do fêmur. BONTRAGER, 5ª EDIÇÃO, Posicionamento para
incidência de coxa distal. BIASOLI, 2ª EDIÇÃO e Incidência da parte radiografada. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2024.
Figuras 16, 17 e 18- Posicionamento para a incidência para a porção medial do fêmur para uma paciente com suspeita de fratura com inclusão do terço distal e articulação do joelho. BONTRAGER, 8ª EDIÇÃO. e incidência radiografada. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023
Figuras 19, 20 e 21- Imagens das exposições do fêmur proximal, nedial e distal. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023
INCIDÊNCIA EM AP DO JOELHO
INDICAÇÕES: Quaisquer fratura, lesões ou alterações ósseas relacionadas a doenças degenerativas envolvendo a porção distal do fêmur, a porção proximal da tíbia e da fíbula.
POSIÇÃO DO PACIENTE E DA PARTE: Alinhar e centralizar a perna e o joelho com o RC e com a linha central da mesa;
O RC DEVERÁ ESTAR NO CENTRO DO RI;
Girar a perna de 3º a 5º internamente para uma incidência AP verdadeira do joelho, ou até que a linha interepicondiliana esteja paralela ao plano do cassete.
RAIO CENTRAL- Alinhar o RC paralelamente às facetas articulares (platô tibial) para pacientes de tamanho médio, o RC situa-se perpendicular ao RI.
DIRECIONAR O RC A UM PONTO LOCALIZADO À 1,25 DISTAL AO ÁPICE DA PATELA.
- Inclinação de 3 a 5º caudal do RC para coxas e nádegas pequenas;
- Ângulo de 0º coxas e nádegas normais;
- 3º a 5º cefálicos do RC para coxas e nádegas grandes.
CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS- As porções distal do fêmur e proximal da tíbia e da fíbula e os espaços articulares femorotibiais são mostrados;
A ausência de rotação de ambos os joelhos é evidenciada pela aparência simétrica dos côndilos femorais e tibiais;
Cerca de metade da porção proximal da fíbula encontra-se superposta pela tíbia;
O tecidos moles devem ser visíveis e também as marcas trabeculares de todos os ossos.

Figuras 22 e 23- Anatomia óssea do joelho com descrição anatômica. Fonte: https://questoesdefisiocomentadas.wordpress.com/tag/anatomia-rasdiografica-do-joelho/ e posicionamento da parte. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO.
Figuras 23 B--C Comparativos em exposição em AP SEM CARGA e COM CARGA TN: Clélia Magalhães
Figuras 24 e 25- Exemplo de imagens com a sobreposição da metade da cabeça da fíbula. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES,2023
Figura 26- Anatomia detalhada do joelho em AP. Fonte:https://www.imaios.com/br/e-anatomy/membro-inferior/radiografias-do-membro-inferior
AP DE JOELHO COM “ESTRESSE”
Figuras 27 e 28- Joelho em AP com tração lateral e medial. BOISSON, 2007. Extensão do joelho com rotação de -+ 5º internos forçados.
INCIDÊNCIA PARA PERFIL DE JOELHO
INDICAÇÕES: Quaisquer fratura, lesões ou alterações ósseas relacionadas a doenças degenerativas envolvendo a porção distal do fêmur, a porção proximal da tíbia e da fíbula.
POSIÇÃO DO PACIENTE OU DA PARTE- Realizar a radiografia com o paciente em decúbito lateral, com o lado afetado para baixo;
Ajustar a rotação do corpo e da perna até que o joelho esteja posicionado em lateral verdadeira, epicôndilos femurais diretamente sobrepostos e o plano da patela perpendicular ao plano do RI;
Flexionar o joelho de 20º a 30º, a perna e o joelho devem estar centralizados com o plano central da mesma . BIASOLI 150º com a coxa.
RAIO CENTRAL- de 5º a 7º cefálicos;
Direcionar o raio central a um ponto localizado a 2,5cm distal ao côndilo medial. BIASOLI, 2ª EDIÇÃO - 1cm distal ao côndilo medial.
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Angular o RC A 7º a 10º em um paciente de pequeno porte com pelve larga ( hiperestênico); e apenas 5º em pacientes astênicos com pelve estreita.
Uma maior flexão do joelho (maior que 30º) retraíra os músculos e tendões que podem obscurecer importantes informações diagnósticas no espaço articular. a patela será projetada para o sulco intercondiliano e também obscurecendo informações dos tecidos e partes moles.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Anatomia Demonstrada
Fêmur distal, tíbia e fíbula proximais e patela são demonstrados em perfil lateral. As articulações femoropatelar e do joelho devem estar abertas.
Posicionamento
Rotação excessiva ou insuficiente pode ser determinada pela identificação do tubérculo adutor nocôndilo medial, se visível e pela quantidade de superposição da cabeça fibular pela tíbia (rotação excessiva, menor superposição da cabeça fibular; rotação insuficiente, maior superposição). Posição lateral verdadeira do joelho sem rotação demonstra os bordos posteriores dos côndilos femorais diretamente superpostos. A patela deve ser vista em perfil com o espaço articular femoropatelar aberto. O ângulo cefálico de 5°a 10° do RC deve resultar na superposição direta dos bordos distais dos côndilos. A articulação do joelho está no centro do campo colimado.
Exposição
A exposição ideal sem movimento visualiza importante detalhamento de tecidos moles, incluindo a região do coxim adiposo anterior da articulação do joelho e marcas trabeculares definidas.
Figuras 29 e 30- Flexão de 20º a 30º para joelho, com RC direcionado cerca de 2,5cm distal ao côndilo medial. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO (28). Imagem do posicionamento, Tn: CLÉLIA MAGALHÃES (29), ambas as imagens referentes ao posicionamento para perfil de joelho usaram uma angulação de 5 a 7º cefálicos.
CORREÇÃO PARA ROTAÇÕES INTERNAS E EXTERNAS
Figuras 33 e 34- Sobreposição da cabeça da fíbula com rotação excessiva do joelho internamente. Para correção da rotação dos côndilos femurais, uma rotação externa ( próxima do RI ) poderia levar a sobreposição dos côndilos e a um perfil absoluto. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023
Figuras 37 e 38- Correção da rotação externa do joelho com abertura da articulação fibiotibial. Para a sobreposição dos côndilos femurais foi feita a rotação interna do joelho e assim foi corrigida a rotação. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023
Figura 39- Anatomia de partes moles. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2024
Figura 39 B- Radiografia joelho em perfil lado D Tn: CLÉLIA MAGALHÃES/2025
AP E PERFIL DE JOELHO COM VARIAÇÃO PARA PACIENTES CADEIRANTES OU DE DIFÍCIL MOBILIDADE .
Figuras 40, 41, 42 e 43- Fonte utilizada das imagens citadas e diversidades de posicionamento para pacientes traumatizados ou impossibilitados.
INCIDÊNCIA EM OBLÍQUAS PARA JOELHO/ ROTAÇÃO INTERNA E EXTERNA
POSIÇÃO DO PACIENTE E DA PARTE- Joelho de interesse rodado em 45º para medial (interno) e para lateral (externo) em 45º.
RAIO CENTRAL- Ângulo central em 0º e direcionado à 1,25cm abaixo do ápice da patela.
CRITÉRIOS DE POSICIONAMENTO PARA A OBLÍQUA EM ROTAÇÃO INTERNA
Anatomia Demonstrada
Fêmur distal e tíbia e fíbula proximais com a patela superpondo o côndilo medial do fêmur. Côndilos laterais do fêmur e tíbia são bem demonstrados, e os espaços articulares medial e lateral da articulação do joelho aparecem desiguais.
Posicionamento
O grau apropriado da obliquidade da parte demonstra a articulação tibiofibular proximal aberta com os côndilos laterais do fêmur e tíbia vistos em perfil. A cabeça e o colo da fíbula são visualizados sem superposição, e aproximadamente a metade da patela deve ser vista livre de superposição pelo fêmur. O centro do campo colimado é para o espaço articular femorotibial (joelho).
Exposição
A exposição ideal com ausência de movimento deve visualizar tecidos moles na área da articulação do joelho, e marcas trabeculares de todos os ossos devem aparecer claras e definidas. As áreas da cabeça e do colo da fíbula não devem aparecer superexpostas.
CRITÉRIOS DE POSICIONAMENTO PARA A OBLÍQUA EM ROTAÇÃO EXTERNA
Anatomia Demonstrada
Fêmur distal e tíbia e fíbula proximais com a patela superposta ao côndilo femoral lateral. Côndilos mediais do fêmur e tíbia são demonstrados em perfil.
Posicionamento
O grau apropriado de obliquidade da parte demonstra a fíbula proximal superposta pela tíbia proximal, côndilos mediais do fêmur e tíbia são vistos em perfil. Aproximadamente a metade da patela deve ser vista livre de superposição pelo fêmur. O espaço articular femorotibial (joelho) está no centro do campo colimado.
Exposição
A exposição ideal deve visualizar os tecidos moles na área da articulação do joelho e as marcas trabeculares de todos os ossos devem aparecer claras e definidas, indicando ausência de movimento. A técnica deve ser suficiente para demonstrar a área da cabeça e colo da fíbula superposta sobre a tíbia.
Figuras 46 e 47- Rotação externa (lateral) de 45º do joelho. BONTRAGER,8ª EDIÇÃO
QUESTÃO DE CONCURSO
IBFC/EBSERH-2023. Uma rotina comum dos departamentos clínicos, e incluir a incidência para o joelho em oblíquas (lateral e medial). Assinale a alternativa que apresenta qual critério de posicionamento radiográfico que o profissional terá que ter.
a) O grau correto de obliquidade do joelho demonstra a articular tibiofibular proximal aberta, a cabeça e o colo da fíbula são visualizados sem sobreposição, e metade da patela deve ser vista livre de superposição pelo fêmur.
b) O grau correto de obliquidade do joelho demonstra a articulação femoral aberta, a cabeça e o colo da fíbula são visualizados com sobreposição, metade da patela deve ser vista livre de superposição pelo fêmur.
c) O grau correto de obliquidade do joelho demonstra a articular tibiofibular proximal aberta, a cabeça e o colo da fíbula são visualizados sem sobreposição, e metade da patela deve ser vista livre de superposição pela tíbia.
d) O grau correto de obliquidade do joelho demonstra a articular tibiofibular proximal aberta, a cabeça e o colo da fíbula são visualizados sem sobreposição, a patela deve estar sobresposta com o fêmur.
e) O grau correto de obliquidade do joelho demonstra a articulação da fíbula com o fêmur distal aberta, a cabeça e o colo da fíbula são visualizados sem superposição, pela tíbia.
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:
O ângulo de flexão do joelho para a incidência perfil pode ser diferente de acordo com alguns autores:
EXEMPLOS:
BONTRAGER, 8ª EDIÇÃO E DEMAIS- 20º a 30º e RC com angulação cranial de 5º a 7º;
BIASOLI 2ª EDIÇÃO- A perna forma um ângulo de 150º com a coxa.
BOISSON (2007) - A perna forma um ângulo de 150º com a coxa, RC 0º ou com 5º de inclinação cefálica.
RADIOLÓGIA ORTOPÉDICA (GREESPAN) - Flexão de 25º a 30º e RC com angulação cranial de 5º a 7º.
INCIDÊNCIA DE JOELHO COM CARGA ANTEROPOSTERIOR (AP)
INDICAÇÕES: Espaços articulares femorotibiais dos joelhos demonstrados para possível degeneração cartilaginosa, ambos os joelhos são abrangindos na mesma exposição para efeito comparativo.
POSIÇÃO DO PACIENTE E DA PARTE- Paciente em ortostático, se necessário, um degrau para que o paciente alcance a altura necessária;
Posicionar os pés à frente, com o peso distribuído por igual entre eles;
Alinhar e centralizar as pernas e os joelhos com o raio central e o RI com o raio central.
RAIO CENTRAL- O RC deve estar perpendicular ao RI (pacientes de porte médio) ou desviado em 5º a 10º caudais em pacientes magros;
Direcionar o RC a um ponto médio das articulações do joelho e a um nível de 1,25cm abaixo do ápice da patela;
O raio central deve estar paralelo as facetas articulares (platôtibial).
Figuras 48, 49 e 50- Incidência AP bilateral de joelho com carga e imagem radiografica. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023
INCIDÊNCIA DE JOELHO COM CARGA EM PERFIL.
INDICAÇÕES: Espaços articulares femorotibiais dos joelhos demonstrados para possível degeneração cartilaginosa.
POSIÇÃO DO PACIENTE E DA PARTE- Paciente em ortostático, se necessário, um degrau para que o paciente alcance a altura necessária;
O joelho de interesse deverá estar esticado e a perna contralateral deverá estar dobrada, para que possa ser retirada do campo de interesse.
RAIO CENTRAL entrará de medial para lateral.
RAIO CENTRAL direcionado para o côndilo medial do fêmur.
Figura 51- Posicionamento do paciente para incidência do joelho em perfil externo com carga. BIASOLI, 2ª EDIÇÃO
INCIDÊNCIA DE ROSENBERG/SCHUSS
CRITÉRIOS RADIOLÓGICOS:
A fossa intercondilar aparacerá sem sobreposição da patela;
Os tubérculos intercondilares e as facetas articulares da tíbia aparecem sem superposição/sobreposição.
QUESTÃO DE CONCURSO
IBFC/2023 EBSERH- Qual posicionamento radiográfico correto em relação a flexão dos joelhos do paciente e ao raio central (RC), na incidência PA axial com carga bilateral do joelho “ Método de Rosenberg”. Assinale a alternativa correta.
a) Joelhos flexionados em 45º (graus)/ Raio central 10º (graus) caudal.
b) Joelhos flexionados em 45º (graus)/ Raio central 10º (graus) cefálicos.
c) Joelhos flexionados em 10º (graus)/ Raio central 45º (graus) caudal.
d) Joelhos flexionados em 10º (graus)/ Raio central 45º (graus) cefálicos.
e) Joelhos flexionados a 5º (graus)/ Raio central 55º (graus) caudal.
INCIDÊNCIA AXIAL AP – FOSSA INTERCONDILAR
INDICAÇÕES: Patológias ósseas ou cartilaginosas, visão da fossa intercondilar, côndilos femorais, platôs tíbiais, e as eminências indercondilares.
POSIÇÃO DO PACIENTE E DA PARTE: Flexionar os joelhos de 40º a 45º, ajustar o RI ao raio central.
RAIO CENTRAL- Direcionar o RC perpendicular (40º a 45º cefálicos). Direcionar o RC a um ponto localizado 1,25cm distal ao ápice da patela.
BIASOLI, 2ª EDIÇÃO- Flexionar a perna até que forme um ângulo aproximado de 140º com a coxa. RC angulação cefálica de 50º cefálicos, 2cm abaixo da patela.
Figuras 56 e 57- Método de Holmblad- posição de joelhos com flexão de 60º a 70º. Com raio perpendicular. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO. E Incidência axial anterior- Flexão de 40º e ângulo de 40º.
INCIDÊNCIA AXIAL PA – TÚNEL DE VIEW - FOSSA INTERCONDILAR
INDICAÇÕES: Patologias ósseas ou cartilaginosas, visão da fossa intercondilar, côndilos femorais, platôs tíbiais, e as eminências indercondilares.
QUESTÃO DE CONCURSO
IBFC/EBSERH-2023. Na incidência de joelho para a fossa intercondilar em decúbito ventral, “Túnel de View”, assinale a alternativa que representa a flexão do joelho, a direção do raio qual flexão do joelho, a direção do raio central, e onde irá incidir o raio central
a) 20º a 30º- Caudal - Incide na articulação do joelho.
b) 40º a 50º- Cefálica – Incide 5cm acima da articulação do joelho.
c) 20º a 30º- Cefálica - Incide 15cm abaixo da articulação do joelho.
d) 40º a 50º- Caudal – Incide na articulação do joelho.
e) 10º a 20º- Caudal – Incide na articulação do joelho
VARIAÇÕES PARA O MÉTODO DE HOLMBLAD
Figuras 61 e 62- Variação do Método de Holmblad, paciente parcialmente de pé, junto à mesa de exame, posição do joelho com flexão de 60º a 70º. Variação do Método de Holmblad, paciente flexão de 60º a 70º na cadeira de rodas. BONTRAGER, 8º EDIÇÃO.
INCIDÊNCIA AP E PA – PARA PATELA.
INDICAÇÕES- As fraturas da patela são avaliadas antes de se flexionar a articulação do joelho para outra incidências.
POSIÇÃO DO PACIENTE E DA PARTE: Paciente em AP ou PA com as pernas estendidas.
Um apoio poderá ser colocado em baixo dos pés para evitar pressão direta da patela à mesa no caso do PA.
Alinhar e centralizar o eixo longitudinal da perna e do joelho com a linha média da mesa de exame e do RI
AP OU PA VERDADEIRA: Alinhar a linha interpicondilar em paralelo com o plano da mesa e do RI;
Para esse procedimento frequentimente exige-se uma rotação interna de 5º do joelho.
RAIO CENTRAL: Direcionado perpendicular ao RI;
Direcionar o RC para a região média da patela (a qual, em geral localiza-se aproximadamente no meio da crista poplítea.
Figuras 63 e 64- PA de patela. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO e AP de patela. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023
INCIDÊNCIA EM PERFIL PARA PATELA.
INDICAÇÕES: As fraturas da patela são avaliadas antes de se flexionar a articulação do joelho para outra incidências.
POSIÇÃO DO PACIENTE E DA PARTE: Realizar o exame com o paciente em decúbito lateral, com o lado afetado voltado pra baixo;
- Ajustar a rotação do corpo e da perna até que o joelho esteja na posição de perfil verdadeiro ( epicôndilos femorais diretamente superexpostos) e plano da patela perpendicular ao plano do RI;
- Flexionar o joelho em apenas 5º a 10º (uma flexão maior poderá separar fragmentos de fratura, caso estejam presentes);
- Alinhar
e centralizar o eixo longitudinal da patela com o rc e com a linha central da
mesa de exame ou do RI.
CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS
Estruturas mostradas: a imagem em perfil da patela, da articulação femoropatelar e da articulação femorotibial, deverão estar visíveis;
O perfil verdadeiro- as bordas anterior e posterior dos côndilos femorais medial e lateral devem estar diretamente sobrepostos, e os espaços articulares abertos;
No caso do PA de patela: Haverá uma menor DoF o que resultará em uma melhor qualidade radiográfica.
Ausência de rotação é demostrada pela aparência simétrica dos côndilos;
Uma exposição ideal mostrará boa visualização de detalhes dos tecidos moles e da patela, sem sobreposições.
Figuras 65 e 66- Perfil de patela com flexão de 10º do joelho e RC em 0º graus. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO
INCIDÊNCIAS TANGENCIAIS E AXIAIS PARA PATELA
1- INCIDÊNCIA INFEROSUPERIOR- Paciente em decúbito dorsal, com flexão de 40º a 45º do joelho e RC angulado cefálicos de 10º a 15º.
2- MÉTODO DE HUGHSTON- Paciente em decúbito ventral, com flexão de 45º do joelho;
3- MÉTODO DE SETTEGAST- Paciente em decúbito ventral, com flexão de joelho de 90º;
4- MÉTODO DE HOBBS OU SENTADO TANGENCIAL - Paciente sentado, com flexão maior que 90º;
5- MÉTODO DE MERCHANT- Paciente sentado na mesa, joelhos fletidos à 40º, RC a 30º caudal.
ÂNGULOS DE REFERÊNCIA PARA FLEXÃO DO JOELHO/COXA E PERNA
Figuras 72 e 73- Ângulos de flexão da perna com relação a coxa, e anatomia óssea da incidência de patela.
INCIDÊNCIA TANGENCIAL E AXIAL PARA PATELA
HUGHSTON
MÉTODO DE HUGHSTON- Paciente em decúbito ventral, com flexão de 45º do joelho.
POSICIONAMENTO DO PACIENTE E DA PARTE: Pode ser realizado bilateralmente em um único RI);
- Realizar a radiografia com o paciente em decúbito ventral;
- O RI colocado sob o joelho;
- Flexionar lentamente o joelho a 45º;
- Pedir ao paciente que mantenha o pé seguro com uma atadura ou repouse o pé contra o colimador;
RAIO CENTRAL: Alinhar o RC aproximadamente em 15º a 20º a partir o eixo longitudinal da perna (tangencialmente à articulação femoropatelar);
Direcionar o RC para a porção média da articulação da femoropatelar.
Figura 74- Posicionamento para radiografia de axial de patela no método Hugston. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO.
DESCRIÇÃO PARA O AXIAL DE PATELA NO MÉTODO DE HUNGSTON , SEGUNDO OUTRAS CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
Figuras 75 e 76- Posicionamento para axial de patela no método de Hungston segundo a literatura Biasoli, com ângulo de 45º do RC.
MÉTODO DE SETTEGAST PARA TANGENCIAL/AXIAL DE PATELA
MÉTODO DE SETTEGAST- Paciente em decúbito ventral, com flexão de joelho de 90º;
CUIDADO- Essa flexão aguda do joelho não deverá ser feita se exitir a possibilidade de fratura de patela;
POSIÇÃO DO PACIENTE E DA PARTE: Realizar a radiografia em decúbito ventral, com o cassete colocado sob os joelhos;
Flexionar lentamente o joelho em um ângulo mínimo de 90º, solicitar ao paciente que mantenha essa posição segurando uma atadura;
RAIO CENTRAL: Será direcionado tangencialmente ao espaço articular femoropatelar (15º a 20º a partir da perna);
Figuras 77 e 78- Método de Settegast com o paciente em decúbito ventral- flexão de 90º do joelho, e variação do Método de Settegast com o paciente sentado flexão de 90º do joelhoBONTRAGER, 7ª EDIÇÃO.
CASOS CLÍNICOS
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