TÓRAX EM PA/AP/P e OBLÍQUAS

 TÓRAX/PULMÃO/ESTERNO

 

Fatores técnicos

- DFR mínima de 183cm

- Proteger tecidos radiossensíveis fora da região de interesse.

- A exposição é realizada no final da segunda inspiração profunda.

- Para pacientes hiperestênicos e de tórax largo, colocar o RI de 35 × 43 cm (14 × 17 polegadas) transversalmente.


ANATOMIA TORÁCICA 

 
Figura 01- Biotipos anatômicos. BONTRAGER,7ª DIÇÃO  

Figuras 02 e 03- Marcos topográficos. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO
 
 
 
 
Figuras 04 e 05 Anatomia em um PA de tórax e anatomia radiológica descritiva. Fonte: Poder Radiologia e BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO


TÓRAX /CAIXA TORÁCICA

  
Figuras 06 e 07- Arcabolço torácico e articulações esternocostais. BONTRAGER, 8ª Edição.

 

Costelas Verdadeiras = 1 a7

Costelas Falsas = 8 a 10

Costelas Flutuantes = 11 e 12

 

 Figuras 08 e 09- Tórax articulado. E articulações posteriores.

A Parte A (apresentada do lado esquerdo da costela 4) é a articulação entre a cartilagem costal e a extremidade esternal da quarta costela e é chamada articulação costocondral. Essas costelas (1 a 10) formam um tipo peculiar de união, na qual a cartilagem e o osso estão ligados pelo periósteo do próprio osso. Por não permitirem movimento algum são denominadas sinartrodiais.

A Parte B é uma articulação esternoclavicular. As articulações esternoclaviculares são articulações sinoviais, que contêm cápsulas articulares que permitem movimento plano ou deslizante, e são chamadas articulações diartrodiais.

A Parte C é a articulação esternocostal da primeira costela. A cartilagem da primeira costela se liga diretamente ao manúbrio sem cápsula sinovial e não permite movimento (sinartrodial). Assim, essa é uma classe de articulação cartilaginosa do tipo sincondrose.

A Parte D é a quarta articulação esternocostal, típica da segunda a sétima articulações entre a cartilagem costal e o esterno. Essas são articulações sinoviais, as quais permitem um leve movimento plano (deslizante), o que as torna diartrodiais.

A Parte E representa as bordas contínuas das articulações intercondrais entre as cartilagens costais das costelas 6 a 9. São todas interligadas por uma articulação do tipo sinovial, com uma longa e fina cápsula articular revestida por uma membrana sinovial. Isso permite um leve movimento plano (diartrodial), o que facilita o movimento da caixa torácica durante o processo respiratório. As articulações intercondrais entre a nona e décima cartilagens não são sinoviais e são classificadas como sindesmoses fibrosas.

Articulações posteriores

As demais articulações posteriores na caixa torácica, partes F e G, estão ilustradas na. As articulações entre as costelas e a coluna vertebral, as articulações costotransversárias (F) e costovertebrais (G), são sinoviais, com cápsulas articulares revestidas por uma membrana sinovial, as quais permitem movimento plano, portanto, diartrodial. Articulações costotransversárias são encontradas da primeira a décima costelas. A décima primeira e décima segunda costelas não têm essa articulação.

 

 

 POSICIONAMENTO PARA RADIOGRAFIA DE PA DE TÓRAX


Indicações: Quando em ortostático, o PA serve para demonstrar derrames pleurais, pneumotórax, atelectásia e sinais de infeção. Quando no leito: Demonstra  patologias  envolvendo pulmão, diafragma e mediastino. A determinação de níveis hidroáereos ( derrame pleural) requer uma posição completamente ereta com  um RC horizontal, assim como na incidência do tórax em PA ou em decúbito.

POSICIONAMENTO DO PACIENTE E DA PARTE- RC ao nível da T7- (18 a 20 cm abaixo da vértebra proeminente ou até o ângulo inferior da escápula. RI de 4 a 5cm acima da porção superior dos ombros.

   

Figuras 10, 11 e 12- Raio central correto  utilizando  a proeminência vertebral, a distância em um homem médio 20 cm (10); raio central correto  a proeminência vertebral, a distância em uma mulher  média 18cm (11), e imagem radiográfica de raios x de tórax  com a inspiração adequada e com a visualização da 10 a 11 costelas posteriores (12). BONTRAGER, 8ª EDIÇÃO

CRITÉRIOS DE POSICIONAMENTO PARA O PA DE TÓRAX

Ambos os pulmões são incluído, dos ápices aos seios costo-frênicos e a traqueia preenchida de ar de T1 para baixo. Tramas nas regiões hilares, grandes vasos e caixa tóracica são demonstrados. Queixo suficientemente elevado para evitar sobreposição dos ápices. Rotação anterior dos ombros suficiente para evitar sobreposição das escápulas  sobre os campos pulmonares. Sombras mamárias maiores (se houver) principalmente laterais aos campos pulmonares. Ambas as articulações esterno- claviculares equidistantes da linha central da coluna. Distância das margens laterais das costelas à coluna vertebral deve ser a mesma em cada lado do arcabouço costal superior ou inferior. A inspiração profunda sem movimento e com visualização de, no mínimo; 10 arcos costais posteriores acima do diafragma (11 em muitos pacientes).

 
Figuras 13 e 14- Exposição com a sobreposição da escápula E nos campos pulmonares, e uma nova exposição  com a manobra de afastamento da escápula. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2024
 
 
 
Figuras 15 e 16- Afastamos correto das escápulas e sobreposição da escápula esquerda na imagem seguinte. CLÉLIA MAGALHÃES.
 
 
 
Figuras 17, 18 e 19- PA do tórax sentado segurando o cassete (17). E AP no leito com angulação de geralmente 5º caudal (18), E paciente semiereto com geralmente 5º caudal (19). BONTRAGER, 8ª EDIÇÃO. 
 

 

PERFIL DE TÓRAX

Indicações: Uma perpectiva de 90º do PA pode demonstrar patologias situadas posteriormente ao coração, grandes vasos e esterno.

POSICIONAMENTO DO PACIENTE E DA PARTE-  RC direcionado para a região média do tórax, ao nível de T7 ( 8 a 10 cm abaixo do nível da incisura jugular. Rebaixar o chassi -+ 2 cm abaixo em relação ao PA. 

CRITÉRIOS DE POSICIONAMENTO PARA O PERFIL ESQUERDO DO TÓRAX

Certifique-se  de que o plano sagital médio está paralelo ao RI, o que para pacientes magros com ombros largos resultará em quadris e tórax inferior sem contato com o RI. O aumento  da distância objeto-receptor de imagem do tórax inferior fará com que os seios costo-frênicos  dos pulmões sejam projetados para baixo devido à divergência do feixe de raios. Então o RC e RI devem ser baixados no mínimo 2cm com relação ao PA. Ambos os pulmões estão incluídos, dos ápices aos seios costo-frênicos e do esterno anteriormente às costelas posteriores e tórax posteriormente. Queixo e braços elevados suficientemente para evitar que uma quantidade excessiva de partes moles se superponha aos ápices. Costelas posteriores e seio costo-frênico do lado afastado do RI projetado levemente cerca de 1cm posterior devido aos raios divergentes. Visualização dos contornos dos arcos costais e tramas pulmonares através  da sombra cardíaca e áreas pulmonares superiores sem superposição de outras regiões dos pulmões.

Observação importante:

Uma separação das costelas posteriores, resultante da divergência do feixe de raios x com a distância de 1,80cm, deve ser de apenas de 1cm. Qualquer separação maior que essa indica rotação do tórax em relação a um perfil verdadeiro *

Direção da rotação

A direção da rotação em um perfil de tórax é algumas vezes difícil de ser determinada em uma radiografia. Entretanto, é comum que seja feito por meio da identificação do hemidiafragma esquerdo pela bolha gástrica  no estômago ou pela borda inferior da sombra cardíaca, ambas as quais estão associadas ao hemidiafragma esquerda.

 

Figuras 20 e 21- Posicionamento de tórax em perfil E. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO 


POSIÇÃO DO PACIENTE EM DECÚBITO LATERAL HJELM-LAURELL

Indicações:  Pequenos derrames pleurais são demonstrados por possíveis níveis hidroaéreos no espaço pleural, ou pequenas quantidades de ar na cavidade pleural podem ser demonstrados por possíveis pneumotórax.

POSICIONAMENTO DO PACIENTE E DA PARTE- RC ao nível de T7 ( 8 a 10 cm) abaixo da incisura jugular- Chassicerca de 2,5 cm acima da vértebra proeminente.

 Alguns preferem que a cabeça esteja 10º mais baixa de que os quadris para reduzir a elevação apical causada pelos ombros, permitindo, assim, que todo o tórax permaneça na horizontal (requer suporte sob os quadris). marcar o marcador apropriado de "decúbito D e E para indicar qual o lado do tórax está para baixo. * No caso de possível nível liquido na cavidade pleural (derrame pleural), o lado suspeito deve ficar para baixo.

*Em se tratando de pneumotórax, o lado afetado deve ficar para cima. 

CRITÉRIOS RADIOLÓGICOS

Os pulmões por inteiro, incluindo os ápices, ambos os seios costo-frênicos e as bordas laterais das costelas. Deve haver igual distância entre a coluna vertebral e as bordas laterais das costelas de ambos os lados; as articulações esterno-claviculares devem estar equidistantes da coluna vertebral, os braços não devem estar sobrepostos aos ápices pulmonares. A ausência de movimento mostrará, as bordas do diafragma, das costelas e do coração e as tramas pulmonares devem estar nítidas.


Figuras 22 a 23- Posição em decúbito lateral esquerdo e imagem radiográfica HJELM-LAURELL. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO.

 

Ano: 2023 Banca: CONSULPAM Órgão: CISCOPAR Prova: CONSULPAM - 2023 - CISCOPAR - Técnico em Radiologia.   Quanto à posição Hjelm-Laurell assinale o enunciado ERRADO:

A)                Esta radiografia é realizada em posição em decúbito lateral com raios horizontais.

B)                 Esta incidência está indicada quando há dúvida da presença ou não de derrame pleural.

C)               A radiografia nesta posição é capaz de detectar só volumes maiores de 200 ml.

D)                O raio central incide perpendicular ao filme radiográfico centralizado no plano sagital mediano.

 

 ÁPICO LORDÓTICA/ FLEISCHNER 

 

Indicações: Principalmente para excluir calcificações e massas por detrás das clavículas.

 

POSICIONAMENTO DO PACIENTE E DA PARTE- RC perpendicular ao chassi, paciente é que fica a 30 cm de distância do chassi. Caso o paciente não consiga essa manobra de flexão do tórax junto ao chassi. O raio central pode ser angulado de 15° a 20º no sentido cefálico para a porção média do esterno. RAIO CENTRAL- direcionado na porção média do esterno 9 cm abaixo da incisura jugular.

 

CRITÉRIOS DE POSICIONAMENTO-  Devem ser incluídos os pulmões por inteiro e as clavículas. As clavículas devem aparecer quase na horizontal e acima ou superiores aos ápices, com a porção medial das clavículas superpostas ás primeiras costelas. As costelas aparecem distorcidas, com as posteriores aparecendo quase horizontais e sobrepondo as costelas anteriores. O centro de colimação deve estar no terço médio do esterno com colimação visível nas partes superior e inferior.

 

 

Figuras 24, 25 e 26- Incidência em ápico lordótica  AP ortostático (24), semiaxial (excessão) (26), e imagem radiográfica da projeção. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO

 

Posição- Parte que está próxima do RI: Parte anterior ou posterior

Incidência - Direção do feixe de raios X: AP ou PA

 

POSIÇÃO OBLÍQUA ANTERIOR D/E- Paciente 45º para oblíqua D e para oblíqua E 45º.

RC perpendicular ao nível da T7 ( 8 a 10 cm abaixo do nível da C7). Observação importante: Para as oblíquas anteriores (posição) o lado de interesse é o que fica longe do filme. Para as oblíquas posteriores o lado de interesse é o que fica perto do filme.Chassi cerca de 5 cm acima dos ombros.

Nos caso da oblíquas posteriores 45º OPD/ e 45º OPE .

Uma rotação menor que 15º a 20º pode ser valiosa para melhorar visualizar várias áreas de ambos os pulmões.

Oblíquas para o coração= 60º de rotação do corpo.

CRITÉRIOS DE POSICIONAMENTO- Ambos os pulmões dos ápices aos seios costo-frênicos devem ser incluídos. A traqueia cheia de ar, os grandes vasos e os contornos cardíacos são bem visualizados na OAE a 60º. (Uma OAD a 45º também revelará essas estruturas). Para avaliar uma rotação de 45º, a distância da margem externa das costelas até a coluna vertebral no lado mais afastado do RI deve ser de aproximadamente duas vezes a distância do lado mais próximo do RI. A ausência de movimento deve demonstrar os contornos do diafragma e do coração nítidos.

 


Figuras 27 e 28- OAD com 45º e radiografia referente. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO

 

 
Figuras 29 e 30- OAE com 45º e radiografia referente. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO 
 
 

POSIÇÃO OBLÍQUA POSTERIORES D/E- Paciente 45º para oblíqua D e para oblíqua E 45º.

RC perpendicular ao nível da T7 ( 8 a 10 cm abaixo do nível da C7). Observação importante: Para as oblíquas posteriores (posição) o lado de interesse é o que fica perto do filme. Para as oblíquas posterioreso lado de interesse é o que longe perto do filme. Paciente ereto, rodado 45º com o ombro posterior direito contra o RI para a OPD e rodado 45º com o ombro posterior esquerdo com o RI para o OPE. Braço mais próximo do RI elevado, repousando sobre a cabeça; o outro braço colocado no quadril com a  palma da mão para fora  e paciente olhando para frente.

*As oblíquas  posteriores permitem uma melhor visualização do lado mais próximo ao RI.

*Posições posteriores mostram a mesma anatomia que as opostas posições oblíquas anteriores. Assim, a posição OPE corresponde à OAD e a OPD corresponde à OAE.

 

 
Figuras 31 e 32- OPD com 45º e radiografia referente. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO 
 
 
 
 Figuras 33 e 34- OPE com 45º e radiografia referente. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO 
 

Posicionamento radiográfico

 Considerações sobre o posicionamento do esterno

A DFR mínima para a radiografia do esterno é de 102 cm.

O esterno é difícil de ser radiografado por causa de seu fino córtex ósseo e da posição dentro do tórax. Trata-se de uma estrutura da linha média anterior que fica no mesmo plano da coluna torácica. Como esta é muito mais densa, é quase impossível visualizar o esterno em uma incidência AP ou PA. Portanto, o paciente é rodado de 15° a 20° para uma posição oblíqua anterior direita (OAD) a fim de deslocar o esterno para a esquerda da coluna torácica e para incidência da silhueta homogênea do coração.

O grau de obliquidade necessário é dependente do tamanho da cavidade torácica

A fim de se afastar o esterno da coluna torácica, um paciente com um tórax pouco espesso requer mais rotação que um paciente com um tórax mais volumoso. Por exemplo, um paciente com um tórax largo e redondo, e com um diâmetro AP maior requer rotação menor (≈15°), ao passo que um paciente com um tórax fino exige rotação maior (≈20°).

  

Figuras 35 e 36- Tórax grande, em formato de barril, ≈ 15°. Tórax estreito, achatado, ≈ 20°.
 
 
 

Figura 37- TC das articulações esternoclaviculares.
 

POSIÇÃO OAD: ESTERNO

Indicações Clínicas- Patologia esternal, incluindo fraturas e processos inflamatórios.

 

Posicionamento do Paciente ou da Parte- Ereto (preferencialmente) ou em semipronação com uma leve rotação, braço direito para baixo ao lado do corpo, braço esquerdo para cima. Oblíqua, 15° a 20° para o lado direito, OAD (Observação 1). Alinhar o eixo longitudinal do esterno ao RC e à linha média da mesa/Bucky vertical. Posicionar o topo do RI aproximadamente 4 cm acima da incisura jugular.

Raio Central- Raio central (RC) perpendicular ao RI. RC direto no centro do esterno (2,5 cm à esquerda da linha média e na metade da distância entre a incisura jugular e o processo xifoide).

Critérios Radiográficos- O esterno é visualizado, superposto à sombra do coração. A correta rotação do paciente é demonstrada pela visualização do esterno ao longo da coluna vertebral, sem ser superposto pelas vértebras.

  
  Figuras 38 e 39- OAD do esterno, paciente ereto. Detalhe, posição oblíqua a 15°-20°, grade transversal. E imagem radiográfica  da incidência em OAD do esterno.

 
 

POSIÇÃO EM PERFIL — PERFIL “D” OU “E”: ESTERNO

Indicações Clínicas- Patologia esternal, incluindo fraturas e processos inflamatórios. Fraturas deformantes do esterno.

Ereta

Paciente de pé ou sentado com os ombros e os braços para trás.

Em Decúbito Lateral

Paciente deitado de lado com os braços sobre a cabeça e ombros para trás.

Posicionar o topo do RI a 4 cm da incisura jugular.

Alinhar o eixo longitudinal do esterno ao RC e à linha média da mesa/Bucky vertical.

Assegurar uma posição lateral verdadeira, sem rotação.

Raio Central- RC perpendicular ao RI. RC direcionado ao centro do esterno (entre a incisura jugular e o processo xifoide). DFR de 152 a 183 cm é a recomendada, a fim de reduzir a ampliação do esterno causada pelo aumento da distância fonte-receptor de imagem (DFR). Caso não seja possível obter essa DFR e o mínimo de 102 cm for usado, é recomendado um RI maior de 30 × 35 cm para compensar a ampliação.

Respiração- Suspender a respiração na inspiração.

Observação- Mamas grandes e volumosas de pacientes do sexo feminino devem ser afastadas para os lados e mantidas nessa posição com uma bandagem larga, se necessário.

Critério de Avaliação- Esterno inteiro com sobreposição mínima de partes moles. A posição correta do paciente, sem rotação, é indicada pela ausência de sobreposição do úmero, ombros ou partes moles no esterno. Esterno inteiro, sem sobreposição das costelas. Em mulheres, o aspecto inferior do esterno não está obscurecido pelas mamas.

Figuras 40 e 41- Perfil – ereto. Detalhe, perfil em decúbito e Raios horizontais em perfil e imagem radiográfica de perfil de esterno.
 


 


FGV/EBSERH/HC-UFTM 2025- Um paciente com dor torácica bilateral realizou raio-X de tórax nas incidências em PA, Perfil Esquerdo e Perfil Direito. Contudo, as radiografias em perfil não foram identificadas (E ou D). Nesse caso, avalie se as afirmativas a seguir, referentes a características anatômicas que podem auxiliar na diferenciação entre Perfil Esquerdo e Perfil Direito, estão corretas.

I. Na incidência em Perfil Esquerdo, costuma-se visualizar o fundo gástrico posteriormente e inferiormente à silhueta cardíaca.

II. Na incidência em Perfil Direito, a silhueta cardíaca é menos aumentada, pois o ventrículo esquerdo está mais próximo do detector.

III. Na incidência em Perfil Esquerdo, a hemicúpula diafragmática ipsilateral pode ficar parcialmente obscurecida pela projeção do coração.

IV. A Aorta Descendente geralmente é observada com maior nitidez no Perfil Direito.

V. Na incidência em Perfil Direito, o fígado pode ser observado como uma densidade homogênea, servindo como principal sinal de identificação.

Estão corretas apenas as afirmativas

(A) I e III.

(B) II, IV e V.

(C) I, III e IV.

(D) III e V.

(E) I, II e III.

FGV/EBSERH/HC-UFTM 2025- A radiografia do tórax, uma técnica secular e insubstituível, faz parte da prática médica. Na realização dessa técnica, com a finalidade de reduzir o efeito da magnificação e melhorar a nitidez da imagem, o exame deve ser realizado à seguinte distância da fonte de raios X:

(A) 1,40 m.

(B) 1,00 m.

(C) 1,80 m.

(D) 1,20 m.

(E) 1,60 m.

 

FGV/EBSERH/HC-UFTM 2025- A incidência ou o método de Fleischner é uma técnica utilizada para avaliar

(A) o pulmão.

(B) o abdome.

(C) a pelve.

(D) o crânio.

(E) o mediastino.

 

 

 
 
 

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