POSICIONAMENTO E ANATOMIA DOS MEMBROS INFERIORES
OSSOS QUE FORMAM A BACIA- 2 OSSOS INOMINADOS ( ÍLIOS), SACRO E CÓCCIX, EM UM TOTAL DE 4 OSSOS
OSSOS QUE FORMAM O QUADRIL E O ACETÁBULO- ÍLIO, PÚBIS E ÍSQUIO, EM UM TOTAL DE 3 OSSOS
O ESQUELETO DO ADULTO É FORMADO POR 206 OSSOS DISTINTOS
TIPOS E CLASSIFICAÇÃO DAS ARTICULAÇÕES
USO DE IMOBILIZAÇÕES
GESSO- É feito de sulfato de cálcio semi-hidratado e requer uma combinação com água para endurecer.
FIBRA DE VIDRO- Esse material é mais moderno e também é conhecido como ‘gesso sintético’. A técnica de colocação é bastante semelhante ao caso anterior e, felizmente, trata-se de um procedimento mais limpo, que pode ser feito de forma mais organizada.
A PELVE FEMININA É MAIS LARGA COM OS ÍLIOS MAIS ALARGADOS E MAIS RASOS DA PARTE ANTERIOR PARA A POSTERIOR.
A PELVE MASCULINA É MAIS ESTREITA, MAIS PROFUNDA E MENOS ALARGADA;
UMA SEGUNDA DIFERENÇA É O ÂNGULO DO ARCO PÚBICO FORMADO PELOS RAMOS INFERIORES DO PÚBIS LOGO ABAIXO DA SÍNFISE PÚBICA, NA MULHER ESSE ÂNGULO É USUALMENTE OBTUSO OU MAIOR QUE 90º, JÁ NO HOMEM, ESSE ÂNGULO É MENOR QUE 90º.
OUTRA DIFERENÇA SERIA A FORMA DE ENTRADA OU ABERTURA SUPERIOR. NA MULHER ESSA ABERTURA É MAIS LARGA E MAIS CIRCULAR.
QUESTÃO DE CONCURSO.
IBFC/2014- Considerando a anatomia e o posicionmento radiográfico. Assinale a alternativa correta sobre a radiografia da pelve masculina
A) O formato da pelve feminina não é tão grande ou arredondado quanto na pelve masculina;
B) No formato geral, a pelve masculina é mais estreita, mais profunda e menos alargada;
C) Considerando as diferenças entre os indivíduos dos sexos masculinos e femininos não pode se observar diferenças anatômicas entre as pelves que possam ser consideradas importantes;
D) O termo pelve abrange três ossos: dois do quadril, o púbis, e cóccix
PROTEÇÃO GONODAL
EM HOMENS DEVEM SER COLOCADOS DISTALMENTE À SÍNFISE PÚBICA, COBRINDO A ÁREA DOS TESTÍCULOS E ESCROTO, A MARGEM SUPERIOR DO PROTETOR DEVE ESTAR NA SÍNFISE PÚBICA.
EM MULHERES, UMA DIRETRIZ GERAL PARA MULHERES ADULTAS É PROTEGER UMA ÁREA DE 11 A 13 CM PRÓXIMAL OU SUPERIOR À SÍNFISE PÚBICA, E DE 8 A 9 CM EM CADA LADO DA LINHA MÉDIA DA PELVE.
A BORDA INFERIOR DO PROTETOR DEVE ESTAR SOBRE OU LEVEMENTE ACIMA DA SÍNFISE PÚBICA, COM A BORDA SUPERIOR LOGO ACIMA DO NÍVEL DAS EIAS.
DE 11 A 13 CM PROXIMAL OU SUPERIOR A SÍNFISE PÚBICA E DE 8 A 9 CM EM CADA LADO DA LINHA MÉDIA.
kV= E x 2 + CM (20 ou 30)
mAs= kV x CMM (constante miliamperimétrica de Maron
Ex: Bácia 0,5
PÚBIS - É um osso da bacia/pelve que fica na frente e na região inferior da pelve.
ÍSQUIO- É um osso da bacia/pelve que se localiza na região póstero inferior do quadril.
OSSOS QUE FORMAM A BACIA- 2 OSSOS INOMINADOS ( ÍLIOS), SACRO E CÓCCIX, EM UM TOTAL DE 4 OSSOS
OSSOS QUE FORMAM O QUADRIL E O ACETÁBULO- ÍLIO, PÚBIS E ÍSQUIO, EM UM TOTAL DE 3 OSSOS
PROTÉSES/ORTOPLASTIA DE QUADRIL
Na primeira imagem vemos os componentes de uma prótese de quadril, sendo eles de cima para baixo: taça acetabular (encaixada na bacia); liner de cerâmica; cabeça de cerâmica; haste femoral (encaixada no fêmur). Na segunda imagem vemos os componentes encaixados entre si, porém com a diferença de ser o liner de polietileno cross-linked (INTERLIGADO), (componente branco, onde a cabeça do fêmur está encaixada).
ENDOPRÓTESE DE FABRONI
ASTES INTRAMEDULAR RETRÓGRADA.
FIXADOR ARTICULAR EXTERNO DE MEMBROS INFERIORES
INCIDÊNCIA AP PELVE/BACIA
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Se existir a possibilidade de fraturas ou luxações não efetuar os movimentos de rotação na perna afetada.
- Paciente em decúbito dorsal, os braços ao lado do corpo ou cruzados sobre o tórax;
- Forneça ao paciente um travesseiro para melhor confortar a cabeça e um apoio para melhor acomodar os pés do (a) paciente;
- Alinhe o plano mediossagital do paciente à linha central da mesa;
- Assegure-se que a pelve não esteja rodada na mesa;
- A distância de cada EIAS à mesa deve ser igual;
- Separe as pernas do paciente, e então, rode internamente os eixos longitudinais dos pés e membros inferiores em 15º a 20º.
POSIÇÃO DO RAIO CENTRAL
Raio central perpendicular ao receptor de imagem, direcionado entre o ponto médio da EIAS e a sínfise púbica. esse ponto se encontra a +- 5cm abaixo da EIAS.
Centralize o chassi com o RC, e a borda superior do cassete-+ 2cm acima da crista ilíaca.
Dfofi- de 100 cm a 120 cm (BONTRAGER)
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Certificar-se que não há objetos/artefatos metálicos removíveis na área a ser exposta.
1- Paciente centralizado na mesa;
2- Os braços ao longo do corpo ou cruzados sobre o tórax;
3- Distância foco-receptor de 100 a 120 cm;
4- Escolha da técnica adequada de exame;*
5- RC direcionado à 5cm abaixo da EIAS;
6- Borda superior do cassete a -+ 2cm da ponta da crista ilíaca;
7- RC no meio do cassete;
8- Os membros inferiores rodados internamente de 15º a 20º.
MARCOS DE REFERÊNCIA PARA POSICIONAMENTO ANATÔMICO PRÁTICO
A EIAS FICA APROXIMADAMENTE DE 7 A 8CM ABAIXO DA PONTA DA CRISTA ILÍACA.
O COLO ESTÁ CERCA DE 10CM ABAIXO DA EIAS E 5CM MEDIAL.
LINHA SUPERIOR DA SINFÍSE PÚBICA- TROCÂNTERES MAIORES.
A SINFÍSE PÚBICA ESTÁ +- 17CM ABAIXO DA CRISTA ILÍACA.
ÂNGULO DE ABERTURA DO POLEGAR E INDICADOR EM QUASE 90º. -+ 17CM ABAIXO DA CRISTA PERMITIR LOCALIZAR A PÚBIS SUPERIOR.
1- Trocânteres menores não devem ser visíveis de modo algum;
2- Os trocânteres maiores devem aparecer iguais em tamanho e forma;
3- Ausência de rotação é evidenciada pela aparência simétria das asas ilíacas, das espinhas isquiáticas e dos dois forames obturadores;
4- Um forame obturador retraído ou fechado indica rotação naquela direção;
5- As espinhas isquiáticas direita e esquerda (caso estejam visíveis) devem aparecer iguais em tamanho.
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: SE EXISTIR A POSSIBILIDADE DE FRATURAS OU LUXAÇÕES NÃO EFETUAR OS MOVIMENTOS DE ROTAÇÃO NA PERNA AFETADA.
POSICIONAMENTO DA PARTE:
- Paciente em decúbito dorsal, os braços ao lado do corpo ou cruzados sobre o tórax;
- Assegure-se que a pelve não esteja rodada na mesa;
- A distância de cada EIAS à mesa deve ser igual;
- Centralizar o RI com o RC, no nível das cabeças femorais com o topo do RI, aproximadamente no nível da crista ilíaca;
- Flexionar ambos os joelhos em torno de 90º;
- Manter as superfícies plantares juntas e realizar a abdução de ambos os fêmures de 40º a 45º a partir da vertical;
-Assegurar que os fêmures estejam abduzidos por igual e que a pelve não sofra rotação.
RAIO CENTRAL- Raio central perpendicular ao RI, direcionado a um ponto 7,5cm abaixo do nível da EIAS (2,5cm acima da sínfise púbica).
*NOTA- Uma abdução menor dos fêmures, tal como 20º a 30º da vertical, causa encurtamento dos colos femorais, todavia esse posicionamento encurta toda porção proximal do fêmur.
CRITÉRIOS DE POSICIONAMENTO
Estruturas mostradas- Cabeça e colo do fêmur, acetábulo e as regiões dos trocânteres.
Posicionamento- Constata-se que não houve rotação pela aparência simétrica dos ossos pélvicos, especialmente asa do ílio, e os forames obturadores e espinhas isquiáticas, se essas, estiverem visíveis. Tanto as cabeças e os colos dos fêmures como os trocânteres maiores e menores devem apresentar simetricos se ambas as coxas estiverem sido abduzidas corretamente. Os trocânteres menores devem aparecer iguais em tamanho, como se projetados além da margem inferior da margem inferior ou medial dos fêmures. A maior parte da área dos trocânteres maiores aparece superposta sobre os colos femurais que encontram-se retraídos. (Nota abaixo).
*NOTA- Uma abdução menor dos fêmures, tal como 20º a 30º da vertical, causa encurtamento dos colos femorais, todavia esse posicionamento encurta toda porção proximal do fêmur.
MARCOS DE REFERÊNCIA PARA POSICIONAMENTO ANATÔMICO PRÁTICO PARA LOWENSTEIN
Figura 46- Pontos anatômicos que podem ser usados para posicionamento prático da incidência de rã. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023
INCIDÊNCIA DE
VAN ROSEN
ÂNTERO-POSTERIOR (AP) BILATERAL COM ROTAÇÃO INTERNA E ABDUÇÃO
POSICIONAMENTO DO PACIENTE E DA PARTE
- Paciente preferencialmente em decúbito dorsal, membros inferiores
estendidos;
- Abduzidos e em Rotação Interna entre 15º à 20º, ou formando um ângulo de 45º
dos pés com a mesa;
- Verificar se não há rotação da Pelve.
RAIO CENTRAL na topografia dos trocânteres maiores.
INCIDÊNCIA EM AP DE QUADRIL
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: SE EXISTIR A POSSIBILIDADE DE FRATURAS OU LUXAÇÕES NÃO EFETUAR OS MOVIMENTOS DE ROTAÇÃO NA PERNA AFETADA.
INDICAÇÃO: Esse é um exame pós operatório ou de acompanhamento para visualização do acetábulo, da cabeça e do colo do fêmur, do trocânter maior, assim como da condição e colocação de qualquer aparelho ortopédico existente.
POSICIONAMENTO DA PARTE: Localizar o colo do fêmur e alinhá-lo com o RC e com a linha medida da mesa de exames e/ou do RI;
Assegurar-se de que não haja rotação da pelve distância igual das EIAS até a mesa;
Girar a perna afetada internamente de 15º a 20º.
Figuras 51,52 e 53-AP
de quadril direito. RC direcionado para 2,5cm a 5cm distal
ao meio do colo femoral. O colo femoral pode ser localizado cerca de 3 a 5cm
medial e 8 a 10cm distal à EIAS. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO,
AP de quadril direito, com rotação de-+ 20º internamente dos membros inferiores.Sexo feminino, KM.S; 11 anos com diagnóstico de escoliose dorsal.
MAGALHÃES, 2023. Localização da cabeça (H) e colo (N).BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO. (52).
POSIÇÃO OBLÍQUA POSTERIOR/PERFIL ESTRUTURAL PARA EXAME DO QUADRIL
POSICIONAMENTO DA PARTE: Flexionar o joelho e o quadril do lado afetado conforme exposto, com a sola do pé tocando a parte interna da perna oposta, próximo ao joelho, se possível. Realizar a abdução do fêmur em 45º a partir da vertical, para a região proximal do fêmur. centralizar o colo do fêmur afetado com o RC e com a linha média do RI e do topo da mesa (o colo femoral está entre 7,5 e 10 cm ) à EIAS.
RAIO CENTRAL- Raio central perpendicular ao RI direcionado ao meio do colo femoral (centro do RI) ou seja: 7,5cm ou 10cm abaixo da EIAS.
NOTA 02- Uma modificação dessa posição é o método de Loweinstein/Hickey em que o paciente inicia o exame na mesma posição e depois girando o corpo para o lado afetado.
CRITÉRIOS DE POSICIONAMENTO
Estruturas mostradas- Vistas em perfil do acetábulo, da cabeça e do colo do fêmur, da área trocantérica e do terço proximal do fêmur.
Posicionamento- A abdução do fêmur é mostrada pelo colo femoral em perfil, superposto pelo trocânter maior.
DIFERENTES FONTES DE PESQUISA COM DIFERENCIAÇÃO DE POSICIONAMENTO PARA OBLÍQUA POSTERIOR DE QUADRIL/PERFIL ESTRUTURAL.
Figura 57- Marcos que podem ser utilizados no posicionamento prático para a s incidências do quadril. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023
OU INCIDÊNCIA AXIOLATERAL INFEROSSUPERIOR: FÊMUR E QUADRIL
INDICAÇÃO: Incidência comum tanto para pacientes submetidos a traumatismos, cirurgias e processos pós-operatórios, como para outros que não conseguem mover ou girar a perna.
POSICIONAMENTO DO PACIENTE E DA PARTE: O exame pode ser realizado na maca ou na cama, se possível eleva-se a pelve 3 a 5cm, se possível, com a utilização de apoios sob a pelve ( mais importante em pacientes magros e nos pacientes posicionados na cama . flexionar e elevar a perna não fraturada, de forma que a coxa contralateral esteja fora do campo de visão. Assegurar que não haja rotação da pelve. Colocar o RI na dobra acima da crista ilíaca e ajustá-lo de maneira que permaneça paralelo ao colo femoral e perpendicular ao RC. E se possível realizar a rotação da perna afetada de 15º a 20º caso não haja contraindicação.
RAIO CENTRAL- Raio central perpendicular ao colo do fêmur.
CRITÉRIOS RADIOLÓGICOS
A cabeça e colo do fêmur, acetábulo e trocânter maior devem aparecer inteiros;
parte distal do colo femoral deve estar superposta pelo trocânter maior. uma exposição ideal proporciona a visualização da parte externa de toda a cabeça do fêmur e do acetábulo, sem superexposição do colo e da diáfise proximal do fêmur.
MÉTODO DE
CLEMENTS NAKAYAMA*
INCIDÊNCIA AXIOLATERAL MODIFICADA
INDICAÇÃO: Essa visão oblíqua em perfil é útil para a avaliação de possíveis fraturas de quadril, ou ortoplastias (cirurgias de prótese de quadril), e quando o paciente apresentar limitações de movimento.
POSICIONAMENTO DAS PARTES: Manter a perna em posição neutra (anatômica) (o ângulo do RC a 15º posterior compensa a rotação interna da perna). Colocar o RI na bandeja da estativa estendida, a fim de posicionar a borda inferior do RI cerca de 5cm abaixo do nível do topo da mesa.
RAIO CENTRAL- Raio central deve incidir medialmente, de modo que esteja perpendicular e centralizado com o colo do fêmur. Posicioná-lo a um ângulo de 15º a 20º posteriormente com a horizontal.
MÉTODO DE SANDERSON*
INDICAÇÃO: Demonstrar alinhamento de próteses ou pinos nos pós-operatórios.
POSICIONAMENTO DO PACIENTE E DA PARTE
- Paciente no leito ou mesa de exames.
- Um apoio deve ser colocado em baixo do quadril afetado, na tentativa de formar um ângulo de 20º a 30º.
- Cassete parcialmente posicionado sob o quadril, angule o cassete paralelamente ao eixo longitudinal do pé.
- Angule o raio central médio-lateralmente para que fique perpendicular ao eixo longitudinal do pé.
- Uma angulação de 10º a 20º pode ser necessária para visualização do colo e da cabeça do fêmur.
MÉTODO DE CROSS TABLE/ARCELIN*
INDICAÇÃO: Demonstrar alinhamento de próteses ou pinos nos pós-operatórios.
POSICIONAMENTO PARA A INCIDÊNCIA DE LEQUESME
OU “FALSO PERFIL”.
INDICAÇÕES: Síndrome do impacto e deformidade envolvendo cabeça do fêmur e acetábulo e articulação coxo femural.
POSICIONAMENTO PARA A INCIDÊNCIA DE DUCROQUET
INDICAÇÕES: Síndrome do impacto e deformidade envolvendo cabeça do fêmur e acetábulo e articulação coxo femural.
INCIDÊNCIA OU PROJEÇÃO DE DUNN
INDICAÇÕES: Síndrome do impacto e deformidade envolvendo cabeça do fêmur e acetábulo e articulação coxo femural.
INCIDÊNCIA DE BUDIN E CHANDLER
INDICAÇÕES: Luxações e avaliação de articulações bilaterais comparativas ou luxações congênitas, avaliação das relações articulares entre o acetábulo e o fêmur. Não é utilizado como rotina.
INCIDÊNCIA OUTLET/MÉTODO DE TAYLOR OU ”VISTA DE FORA”
&
INCIDÊNCIA INLET “VISTA DE DENTRO” OU “VISTA DE CIMA”
IN- DENTRO
OUT- FORA
INCIDÊNCIA INLET- “VISTA DE DENTRO”
INCIDÊNCIA DA ENTRADA *AP* AXIAL DE PELVE
INDICAÇÕES- Essa incidência axial é utilizada para avaliar o anel pélvico. Permite a avaliação de traumas pélvicos, luxações posteriores ou rotação interna ou externa da pelve anterior.
POSICIONAMENTO DO PACIENTE- Paciente em decúbito dorsal, se for possível colocar um suporte sob os joelhos para melhor conforto. essa incidência axial é utilizada para avaliar o anel pélvico. permite a avaliação de traumas pélvicos, luxações posteriores ou rotação interna ou externa da pelve anterior;
- Alinhar o plano mediossagital com o RC e com a linha da mesa;
- Assegura-se que a pelve não esteja rodada;
- Centralizar o RC em relação a projeção do raio central.
RAIO CENTRAL- RC com ângulo de 40º caudal (quase perpendicular ao plano da entrada);
RC direcionado a um ponto na linha média ao nível das EIAS.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: A incidência em questão serve para avaliar o anel pélvico. A angulação correta mostrará as porções anteriores e posteriores do anel pélvico superpostas. As áreas de colimação se estendem-se igualmente em ambos os lados até a região lateral das cabeças femorais e acetábulos. As faces laterais das asas geralmente estão superexpostas as margens ósseas e as marcas trabeculares dos ossos púbicos e isquiáticos aparecem nitidamente, indicando que não houve rotação ou movimento.
DIFERENTES FONTES DE PESQUISA COM DIFERENCIAÇÃO DA INCIDÊNCIA DO RAIO CENTRAL PARA PROJEÇÃO INLET
INCIDÊNCIA
OUTLET/MÉTODO DE TAYLOR/”VISTA DE FORA”
INCIDÊNCIA DE “SAÍDA EM AP* AXIAL PARA
OSSOS PÉLVICOS.
INDICAÇÃO: Estudo radiológico dos ramos do púbis, dos ísquios e da sínfise pubiana. Essa incidência apresenta uma visão bilateral dos ossos púbicos para avaliar traumas pélvicos e luxações.
PACIENTE: Paciente em decúbito dorsal, com as pernas estendidas, se possível fornecer a ele um - - - -*Suporte sob os joelhos para melhor conforto;
- Alinhe o plano mediossagital ao RC e à linha média da mesa;
- Assegure-se de que a pelve não esteja rodada;
- Centralize o filme em relação ao RC projetado.
RAIO CENTRAL- Ângulo do Raio Central (no sentido cefálico) de 20º a 35º em homens;
RAIO CENTRAL- Ângulo do Raio Central (no sentido cefálico) de 30º a 45º mulheres.
POSIÇÃO DO RAIO CENTRAL - Direcione o RC a um ponto da linha média 3 a 5cm distal à borda superior da sínfise púbica ou trocânteres maiores.
CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS
Ramos superiores e inferiores dos ossos púbicos e corpo do ramo do ísquio são bem demonstrados, com o mínimo encurtamento ou sobreposição. Nenhuma rotação dos forames obturadores, ísquio e púbis deve ser evidenciada. Devem estar incluídos na imagem. Margens superiores e inferiores do corpo e ramos púbicos superiores e as tuberosidades isquiáticas e o ponto médio da articulação da sínfise púbica deve estar no centro de colimação.
DIFERENTES FONTES DE PESQUISA COM DIFERENCIAÇÃO DA INCIDÊNCIA DO
RAIO CENTRAL PARA PROJEÇÃO OUTLET/TAYLOR.
INCIDÊNCIA DE THOMS PARA BACIA
INDICAÇÃO: É utilizada complementarmente no estudo radiográfico da pelve óssea (bacia) indicada no estudo dos ramos dos púbis e dos ísquios e da sinfíses púbicas.
POSIÇÃO DO PACIENTE: Paciente semissentado de maneira que seu tórax forme um ângulo de aproximadamente 60º com a superfície da mesa bucky. O plano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. os membros inferiores devem estar em posição anatômica (ausência de rotação) e simetricamente afastados um do outro.
CRITÉRIOS DE POSICIONAMENTO
Região inferior do púbis mais próxima do filme. as pernas devem ficar afastadas uma da outra.
RAIO CENTRAL- perpendicular, e penetrando no nível da sinfíse pubiana.
INDICAÇÃO- Essa posição é útil para avaliação de fratura no acetábulo, especialmente na parede súpero- posterior do acetábulo.
Para estruturas unilaterais da bacia e quadril usar colimação mais rigorosa dos 4 lados
Alinhar a cabeça do fêmur e o acetábulo de interesse com a linha média da mesa e/ou do RI. E posicionar o lado afetado para baixo.
RAIO CENTRAL- Direcionar o RC perpendicular e centralizado a 2,5cm superior no nível do trocânter maior, aproximadamente 5cm lateral ao plano médio sagital.
O RAIO CENTRAL- Deverá ser inclinado 12º cefálico.
CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS:
Parede súpero-posterior do acetábulo é visualizada.
o forame obturador deverá estar aberto se o paciente estiver devidamente obliquado.
Visualização clara das margens ósseas e marcas trabeculares das regiões do acetábulo e da cabeça femoral, essas marcas devém aparecer nitidamente indicando que não houve rotação.
INCIDÊNCIA PARA ARTICULAÇÕES SACROILÍACAS OU “FERGUSON”.
INDICAÇÕES- Avaliação de fraturas, luxações ou subluxações das articulações si.
POSIÇÃO DO PACIENTE- Paciente em decúbito dorsal, com as pernas do paciente totalmente estendidas;
- Alinhar o plano médio sagital do paciente ao plano central da mesa.
- Garantir ausência de rotação;
- Angular o centro do RI no RC projetado.
RAIO CENTRAL- ANGULAR O RC 30º A 35º CEFÁLICO.
HOMENS= GERALMENTE 30º
MULHERES= GERALMENTE 35º
POSICIONAMENTO DA PARTE/PACIENTE- Ausência de rotação e evidenciada também pelo processo espinhoso de L5 no centro do corpo vertebral e aparência simétrica das asas bilaterais do sacro.
RAIO CENTRAL de 30 a 35º cefálico ou de 25º a 30º para certas bibliografias
Colimação e RC- Os espaços articulares e os forames obturadores devem aparecer abertos indicando a angulação correta do RC. As articulações e os segmentos do sacro devem estar centralizados no campo de colimação.
Figuras 89, 90 e 91- Incidência em AP Axial das articulações sacroilíacas. Com angulação de 30º a 35º cefálico. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO
DIFERENTES FONTES DE PESQUISA COM DIFERENCIAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE “FERGUSON” PARA ARTICULAÇÕES SACROILÍACAS
MARCOS DE REFERÊNCIA PARA POSICIONAMENTO ANATÔMICO PRÁTICO PARA FERGUSON.
Figura 92- Adaptação. MAGALHÃES, 2023
POSIÇÃO POSTERIOR OBLÍQUAS ( PORQUE É A PARTE DE TRÁS QUE SE ENCONTRA VOLTADA PRA BAIXO) PARA ARTICULAÇÃO SACROILÍACAS
INDICAÇÕES- Avaliação de fraturas, luxações ou subluxações das articulações si. ambos os lados devem ser examinados para efeito comparativo.
POSIÇÃO DO PACIENTE- Gire o paciente de 25º a 30º na direção posterior oblíqua.
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: O lado a ser estudo é o lado elevado, ou seja: o lado que estará distante do filme.
RAIO CENTRAL- Perpendicular e direcionado 3 cm abaixo e medial as EIAS.
Direcionar o RC ao ponto da linha média cerca de 5cm abaixo do nível da EIAS.
CRITÉRIOS RADIOLÓGICOS
As articulações sacroilíacas mais distantes do filme são as que devem aparecer na imagem.
A asa do ílio e o sacro não devem estar sobrepostas, indicando a correta obliquidade.
Uma exposição adequada mostrará com clareza as margens do espaço articular em toda totalidade.As margens ósseas e a trama trabecular aparecem com nitidez, indicando ausência de movimento.
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE !!!!
POR QUE OPD PARA ARTICULAÇÃO SI E?
PORQUE É A PARTE D É QUE SE ENCONTRA PRÓXIMA DO CASSETE.
Figura 93- Oblíqua posterior direita para as articulações SI do lado esquerdo. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE !!!!
POR QUE OPE PARA ARTICULAÇÃO SI D?
PORQUE É A PARTE E É QUE SE ENCONTRA PRÓXIMA DO CASSETE.
Figura 94- Oblíqua posterior esquerda para as articulações SI do lado direito. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO
ALAR E OBTURATRIZ/MÉTODO DE JUDET
POSTERIOR OBLÍQUA DA PELVE-ACETÁBULO
INDICAÇÃO: Fratura acetábular ou luxações do quadril. Geralmente são feitas oblíquas direitas e esquerdas para efeito comparativo.
POSIÇÃO DA PARTE: Posicione o paciente em posterior oblíqua a 45º, tanto o tórax quanto a pelve devem estar em um ângulo de 45º. Alinhar a cabeça do fêmur e o acetábulo de interesse na linha média da mesa.
PARA O ALAR- RC PERPENDICULAR E CENTRALIZADO 5CM DISTAL E 5CM MEDIAL À EIAS DA PARTE INFERIOR.
PARA O OBTURATRIZ- RC PERPENDICULAR E CENTRALIZADO A 5CM DIRETAMENTE DISTAL À EIAS DA PARTE SUPERIOR.
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE !!!!
POR QUE OPE PARA VISUALIZAR LADO D?
PORQUE É A PARTE E É QUE SE ENCONTRA PRÓXIMA DO CASSETE.
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