BACIA/PELVE & QUADRIL

  POSICIONAMENTO E ANATOMIA DOS  MEMBROS INFERIORES 

OSSOS QUE FORMAM A BACIA-  2 OSSOS INOMINADOS ( ÍLIOS), SACRO E CÓCCIX, EM UM TOTAL DE 4 OSSOS

OSSOS QUE FORMAM O QUADRIL E O ACETÁBULO-  ÍLIO, PÚBIS E ÍSQUIO, EM UM TOTAL DE 3 OSSOS

Figura 01- Incidências para bacia, quadril e perfis pré, intra e pós operatórios. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2024

 

O ESQUELETO DO ADULTO É FORMADO POR 206 OSSOS DISTINTOS

Figura 02- No esqueleto axial temos 80 ossos e no apendicular com  126 ossos.      

 TIPOS E CLASSIFICAÇÃO DAS ARTICULAÇÕES

Figuras 03 e 04- Descrição articular com relação ao movimento, estrutura e tipo de articulação. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023.


 USO DE IMOBILIZAÇÕES

GESSO- É feito de sulfato de cálcio semi-hidratado e requer uma combinação com água para endurecer.

FIBRA DE VIDRO- Esse material é mais moderno e também é conhecido como ‘gesso sintético’. A técnica de colocação é bastante semelhante ao caso anterior e, felizmente, trata-se de um procedimento mais limpo, que pode ser feito de forma mais organizada.

PARA EXPOSIÇÕES COM GESSO ÚMIDO = AUMENTAR -+10 kV E DOBRAR O  mAs.
 
 
Figura 04- Quadro de técnicas para membros imobilizados. BONTRAGER, 5ª EDIÇÃO
 
 
 
Figuras 05, 06 e 07- Equipamento Kônica Altus, base de carregamento do Aero DR, e Workstation de trabalho/Touchbook. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES

 

PELVE FEMININA & MASCULINA

A PELVE FEMININA É MAIS LARGA COM OS ÍLIOS MAIS ALARGADOS E MAIS RASOS DA PARTE ANTERIOR PARA A POSTERIOR.

A PELVE MASCULINA É MAIS ESTREITA, MAIS PROFUNDA E MENOS ALARGADA;

UMA SEGUNDA DIFERENÇA É O ÂNGULO DO ARCO PÚBICO FORMADO PELOS RAMOS INFERIORES DO PÚBIS LOGO ABAIXO DA SÍNFISE PÚBICA, NA MULHER ESSE ÂNGULO É USUALMENTE  OBTUSO OU MAIOR QUE 90º, JÁ NO HOMEM, ESSE ÂNGULO É MENOR QUE 90º.

OUTRA DIFERENÇA SERIA A FORMA DE ENTRADA OU ABERTURA SUPERIOR. NA MULHER ESSA ABERTURA É MAIS LARGA E MAIS CIRCULAR.

 
Figuras 08 e 09- Pelve feminina com ângulo mais obtuso, maior que 90º  e masculina ângulo mais estreito. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023

 

QUESTÃO DE CONCURSO.

IBFC/2014- Considerando a anatomia  e o posicionmento radiográfico. Assinale a alternativa correta sobre a radiografia da pelve masculina

A)  O formato da pelve feminina não é tão grande ou arredondado quanto na pelve masculina;

B)  No formato geral, a pelve masculina é mais estreita, mais profunda e menos alargada;

C)  Considerando as diferenças entre os indivíduos dos sexos masculinos e femininos  não  pode se observar diferenças anatômicas entre as pelves que possam ser consideradas importantes;

D) O termo pelve  abrange  três ossos: dois do quadril, o púbis, e cóccix

 

PROTEÇÃO GONODAL

EM HOMENS DEVEM SER COLOCADOS DISTALMENTE À SÍNFISE PÚBICA, COBRINDO A ÁREA DOS TESTÍCULOS E ESCROTO, A MARGEM SUPERIOR DO PROTETOR DEVE ESTAR NA SÍNFISE PÚBICA.

EM MULHERES, UMA DIRETRIZ GERAL PARA MULHERES ADULTAS É PROTEGER UMA ÁREA DE 11 A 13 CM PRÓXIMAL OU SUPERIOR À SÍNFISE PÚBICA, E DE 8 A 9 CM EM CADA LADO DA LINHA MÉDIA DA PELVE.

A BORDA INFERIOR DO PROTETOR DEVE ESTAR SOBRE  OU LEVEMENTE ACIMA DA SÍNFISE PÚBICA, COM A BORDA SUPERIOR LOGO ACIMA DO NÍVEL DAS EIAS.

DE 11 A 13 CM  PROXIMAL OU SUPERIOR A SÍNFISE PÚBICA E DE 8 A 9 CM EM CADA LADO DA LINHA MÉDIA.

 
Figuras 10 e 11- Posicionamento para proteção gonodal. BONTRAGER, 8ª EDIÇÃO.
 
 
USO DE GRADE PARA MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES
 
Uma regra geral diz que ao radiografar qualquer objeto cuja espessura seja maior que 10 cm, é indispensável o uso de grade antidifusora. BONTRAGER; 7ª EDIÇÃO

kV= E x 2 + CM (20 ou 30)

mAs=  kV x CMM (constante miliamperimétrica de Maron

Ex: Bácia 0,5

    
Figuras 12, 13 e 14- Recomendações para o uso de grade em extremidade segundo livro BONRAGER, 8ª edição, e localização da grade em um equipamento de raios X convencional e um espessômetro para avaliar a espessura da parte de interesse. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES.
 
 
Figura 15- Ossos que compõem o acetábulo  e demais estruturas
 

PÚBIS - É  um osso da bacia/pelve que fica na frente e na região inferior da pelve.

ÍSQUIO-  É um osso da bacia/pelve que se localiza na região póstero inferior do quadril.

 
Figuras 16 e 17- Vista anterior e posterior dos ossos da pelve. Fonte: Osteitis Pubis. https://br.pinterest.com/pin/592856738423350258

 

OSSOS QUE FORMAM A BACIA-  2 OSSOS INOMINADOS ( ÍLIOS), SACRO E CÓCCIX, EM UM TOTAL DE 4 OSSOS

OSSOS QUE FORMAM O QUADRIL E O ACETÁBULO-  ÍLIO, PÚBIS E ÍSQUIO, EM UM TOTAL DE 3 OSSOS

Figura 18- Osteitis Pubis. https://br.pinterest.com/pin/592856738423350258
 


 LINHAS IMPORTANTES DA BACIA/PELVE

 

Figuras 19 e 20- Linhas pélvicas. A linha ilioisquial corresponde à coluna posterior do acetábulo e a linha iliopectínea ou iliopúbica corresponde à coluna anterior do acetábulo. (19). Imagem radiográfica correspondente. Fonte: https://www.mskrad.com.br/

 
QUATRO  ESTRUTURAS PRINCIPAIS  DA PORÇÃO PROXIMAL  DO FÊMUR.
 
 
Figura 21- As quatro estruturas mais importante da porção proximal do fêmur. Cabeça femural, Colo e trocânter maior e menor. 

 

PROTÉSES/ORTOPLASTIA DE QUADRIL

Na primeira imagem vemos os componentes de uma prótese de quadril, sendo eles de cima para baixo: taça acetabular (encaixada na bacia); liner de cerâmica; cabeça de cerâmica; haste femoral (encaixada no fêmur). Na segunda imagem vemos os componentes encaixados entre si, porém com a diferença de ser o liner de polietileno cross-linked (INTERLIGADO), (componente branco, onde a cabeça do fêmur está encaixada).

Figuras 22 e 23- Imagens ilustrando os componentes da prótese de quadril. À direita vemos os componentes desacoplados,com destaque para o liner de  cerâmica. À esquerda vemos os componentes já encaixados, dessa vez, com um liner feito em polietileno.RX de bacia mostrando uma prótese no quadril direito  realizada por via anterior, para tratamento de artrose avançada nessa articulação. MAGALHÃES, 2023.

 

ENDOPRÓTESE DE FABRONI

 
Figuras 24,25 e 26- Lesão osteolítica no colo e região intertrocantérica esquerda com exérese óssea com substituição por endoprótese de Fabroni em paciente de 28 anos (25 e 26). HOSPI TAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO; Tn : CLÉLIA MAGALHÃES, 2023 
 


ASTES INTRAMEDULAR RETRÓGRADA.

   
Figuras  27, 28,29, 30 e 31- Paciente: V.P; 22 anos com fratura “não exposta” de fêmur direito distal visualizadas nas incidências AP e Perfil (27 e 28). Abertura do alojamento proximal da haste com fresa trocantérica  anexada ao mandril (29). Radiografias  Pós cirúrgico com colocação de haste intramedular retrógrada (30 e 31). Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023.

FIXADOR ARTICULAR EXTERNO DE MEMBROS INFERIORES 

Figuras 32 e 33-  Fixador externo articular. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES,2023

 

INCIDÊNCIA AP PELVE/BACIA

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Se existir a possibilidade de fraturas ou luxações não efetuar os movimentos de rotação na perna afetada.

- Paciente em decúbito dorsal, os braços ao lado do corpo ou cruzados sobre o tórax;

- Forneça ao paciente um travesseiro para melhor confortar a cabeça e um apoio para melhor acomodar os pés do (a) paciente;

- Alinhe o plano mediossagital do paciente à linha central da mesa;

- Assegure-se que a pelve não esteja rodada na mesa;

- A distância de cada EIAS à mesa deve ser igual;

- Separe as pernas do paciente, e então, rode internamente os eixos longitudinais dos pés e membros inferiores em 15º a 20º.

POSIÇÃO DO RAIO CENTRAL

Raio central perpendicular ao receptor de imagem, direcionado entre o ponto médio da EIAS e a sínfise púbica. esse ponto se encontra a +- 5cm abaixo da EIAS.

Centralize o chassi com o RC, e a borda superior do cassete-+ 2cm acima da crista ilíaca.

Dfofi- de 100 cm a 120 cm (BONTRAGER) 

 

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Certificar-se que não há objetos/artefatos metálicos removíveis na área a ser exposta. 

1- Paciente centralizado na mesa;

2- Os braços ao longo do corpo ou cruzados sobre o tórax;

3- Distância foco-receptor de 100 a 120 cm;

4- Escolha da técnica adequada de exame;*

5- RC direcionado à 5cm abaixo da EIAS;

6- Borda superior do cassete a -+ 2cm da ponta da crista ilíaca;

7- RC no meio do cassete;

8- Os membros inferiores rodados internamente de 15º a 20º.

 
Figuras 34, 35 e 36- Posicionamento para exame de raios- x de bacia/pelve, e imagem radiografica.. https://davidgusmao.com/blog/quadril/radiologia-quadril

MARCOS DE REFERÊNCIA PARA POSICIONAMENTO ANATÔMICO PRÁTICO

A EIAS  FICA APROXIMADAMENTE DE 7 A 8CM ABAIXO DA PONTA DA CRISTA ILÍACA.

O COLO ESTÁ CERCA DE 10CM ABAIXO DA EIAS E 5CM MEDIAL.

LINHA SUPERIOR DA SINFÍSE PÚBICA- TROCÂNTERES MAIORES.

A SINFÍSE PÚBICA ESTÁ +- 17CM ABAIXO DA CRISTA ILÍACA.

ÂNGULO DE ABERTURA DO POLEGAR E INDICADOR EM QUASE 90º. -+ 17CM ABAIXO DA CRISTA PERMITIR  LOCALIZAR A  PÚBIS SUPERIOR.


 
Figuras 37 e 38- Pontos anatômicos para a exposição da pelve. E  exemplos de posicionamentos para uma melhor visualização do colo femural  Adaptação, Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023
 
 
CRITÉRIOS RADIOLÓGICOS
1- Trocânteres menores não devem ser visíveis de modo algum;
2- Os trocânteres maiores devem aparecer iguais em tamanho e forma;
3- Ausência de rotação é evidenciada pela aparência simétria das asas ilíacas, das espinhas  isquiáticas  e dos dois forames obturadores;
4- Um forame obturador retraído ou fechado indica rotação naquela direção;
5- As espinhas isquiáticas direita e esquerda (caso estejam visíveis) devem aparecer iguais em tamanho.    
 
INCIDÊNCIA DE PÓSTERO-ANTERIOR (PA) DE BACIA/PELVE
  
*ASAS DOS ÍLIOS ENCURTADAS, E PÚBIS, ÍSQUIOS E FORAMES OBTURADORES AMPLIADOS.
 
Figuras 39 e 40-  Incidência de pelve em PA, indicada caso haja desconforto ou impossibilidade da realização em AP da bacia. BIASOLI, 2ª EDIÇÃO.

 
INCIDÊNCIA LOWENSTEIN (RÃ) / CLEAVES/ FROG LEG
 

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: SE EXISTIR A POSSIBILIDADE DE FRATURAS  OU LUXAÇÕES NÃO EFETUAR OS MOVIMENTOS DE ROTAÇÃO  NA PERNA AFETADA.

 

POSICIONAMENTO DA PARTE:

- Paciente em decúbito dorsal, os braços ao lado do corpo ou cruzados sobre o tórax;

- Assegure-se  que a pelve não esteja rodada na mesa;

- A distância de cada EIAS à mesa deve ser igual;

- Centralizar o RI com o RC, no nível das cabeças femorais com o topo do RI, aproximadamente no nível da crista ilíaca;

- Flexionar ambos os joelhos em torno de 90º;

- Manter as superfícies plantares juntas e realizar a abdução de ambos os fêmures de 40º a 45º a partir da vertical;

-Assegurar que os fêmures estejam abduzidos por igual e que a pelve não sofra rotação.

RAIO CENTRAL-  Raio central perpendicular ao RI, direcionado a um ponto 7,5cm abaixo do nível da EIAS (2,5cm  acima da sínfise púbica).

 

*NOTA- Uma abdução menor dos fêmures, tal como 20º a 30º da vertical, causa encurtamento dos colos femorais, todavia esse posicionamento encurta toda porção proximal do fêmur. 

 

CRITÉRIOS DE POSICIONAMENTO 

Estruturas mostradas- Cabeça e colo do fêmur, acetábulo e as regiões dos trocânteres.

Posicionamento- Constata-se que não houve rotação pela aparência simétrica dos ossos pélvicos, especialmente asa do ílio, e os forames obturadores e  espinhas isquiáticas, se essas, estiverem visíveis. Tanto as  cabeças e os colos dos fêmures como os trocânteres maiores e menores devem apresentar simetricos se ambas as coxas estiverem sido abduzidas corretamente. Os trocânteres menores devem aparecer iguais em tamanho, como se projetados além da margem inferior da margem inferior ou medial dos fêmures. A maior parte da área dos trocânteres maiores aparece superposta sobre os colos femurais que encontram-se retraídos. (Nota abaixo).

*NOTA- Uma abdução menor dos fêmures, tal como 20º a 30º da vertical, causa encurtamento dos colos femorais, todavia esse posicionamento encurta toda porção proximal do fêmur. 

 

 

 
Figuras 41, 42 e 43-  Posição para incidência de LOWENSTEIN. Fonte:https://oquadril.com.br/wp-content/uploads/2018/10/radiografia_incidencia auenstein.jpg e visualização da incidência radiológica  de Lowenstein de uma paciente de 9 anos.E incidência segundo a fonte BONTRAGER, 8ª edição. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023
 




   
Figuras  44 e 45- Incidência bilateral perna de rã, fêmures abduzidos em 45º, e joelhos de 30º a 40º . E descrição radiológica da exposição de RÃ.
 


MARCOS DE REFERÊNCIA PARA POSICIONAMENTO ANATÔMICO PRÁTICO PARA LOWENSTEIN

 

  

 Figura 46- Pontos anatômicos que podem ser usados para posicionamento prático da incidência de rã. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023

 

 

INCIDÊNCIA DE VAN ROSEN

ÂNTERO-POSTERIOR (AP) BILATERAL COM ROTAÇÃO INTERNA E ABDUÇÃO 

POSICIONAMENTO DO PACIENTE E DA PARTE

- Paciente preferencialmente em decúbito dorsal, membros inferiores estendidos;  
- Abduzidos e em Rotação Interna entre 15º à 20º, ou formando um ângulo de 45º dos pés com a mesa;
- Verificar se não há rotação da Pelve.

RAIO CENTRAL na topografia dos trocânteres maiores. 

   

  
Figuras 47, 48, 49 e 50- Posicionamento do paciente para a incidência das articulações dos quadris (coxofemorais) com rotação interna e abdução em anteroposterior. Fonte|: Técnicas Radiológicas; BIASOLI, 2ª Edição (47), Posicionamento do paciente para a incidência Van Rosen. Fonte: TN: ROBSON ROCHA ( 48,49 e 50).

INCIDÊNCIA EM AP DE QUADRIL

 

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: SE EXISTIR A POSSIBILIDADE DE FRATURAS  OU LUXAÇÕES NÃO EFETUAR OS MOVIMENTOS DE ROTAÇÃO  NA PERNA AFETADA.

 

INDICAÇÃO: Esse é um exame pós operatório ou de acompanhamento para visualização do acetábulo, da cabeça e do colo do fêmur, do trocânter maior, assim como da condição e colocação de qualquer aparelho ortopédico existente.

POSICIONAMENTO DA PARTE:  Localizar o colo do fêmur e alinhá-lo com o RC e com a linha medida da mesa de exames e/ou do RI;

Assegurar-se de que não haja rotação da pelve distância igual das EIAS até a mesa;

Girar a perna afetada internamente de 15º a 20º.

RAIO CENTRAL- Raio Central perpendicular ao RI, direcionado 2,5 a 5cm distal ao meio do colo femoral (para abranger todos os aparelhos ortopédicos do quadril se houver). O colo do fêmur pode ser localizado cerca de 3 a 5cm medial e 8 a 10 cm distal à EIAS.
 
CRITÉRIOS DE POSICIONAMENTO
Estruturas mostradas- O terço proximal do fêmur deve ser visualizado, junto ao acetábulo e partes adjacentes do púbis, ísquio e ílio. Qualquer dispositivo ortopédico deve ser mostrado na sua totalidade. 
Posicionamento- O trocânter e a cabeça e o colo do fêmur situam-se em perfil completo, sem encurtamento. Não se projeta o trocânter menor além da borda medial do fêmur, em alguns pacientes apenas sua extremidade é vista com suficiente rotação interna da perna. As marcas trabecular do trocânter maior e área do colo aparecem com nitidez, indicando a ausência de movimento.
 
   

Figuras 51,52 e 53-AP de quadril direito. RC direcionado para 2,5cm a 5cm distal ao meio do colo femoral. O colo femoral pode ser localizado cerca de 3 a 5cm medial e 8 a 10cm distal à EIAS. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO,

AP de quadril direito, com rotação de-+ 20º internamente dos membros inferiores.Sexo feminino, KM.S; 11 anos com diagnóstico de escoliose dorsal.

MAGALHÃES, 2023. Localização da cabeça (H) e colo (N).BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO. (52).
 

POSIÇÃO OBLÍQUA POSTERIOR/PERFIL ESTRUTURAL PARA EXAME DO QUADRIL

 

INDICAÇÃO: A incidência fornece vista em perfil para avaliação da articulação do quadril e da porção proximal do fêmur em situações não traumáticas.

POSICIONAMENTO DA PARTE:  Flexionar o joelho e o quadril do lado afetado conforme exposto, com a sola do pé tocando a parte interna da perna oposta, próximo ao joelho, se possível. Realizar a abdução do fêmur em 45º a partir da vertical, para a região proximal do fêmur. centralizar o colo do fêmur afetado com o RC e com a linha média do RI e do topo da mesa (o colo femoral está entre 7,5 e 10 cm ) à EIAS.

RAIO CENTRAL- Raio central perpendicular ao RI direcionado ao meio do colo femoral (centro do RI) ou seja: 7,5cm ou 10cm abaixo da EIAS.

NOTA 02- Uma modificação dessa posição é o método de Loweinstein/Hickey em que o paciente inicia o exame na mesma posição e depois girando o corpo para o lado afetado. 

CRITÉRIOS DE POSICIONAMENTO

Estruturas mostradas- Vistas em perfil do acetábulo, da cabeça e do colo do fêmur, da área trocantérica e  do terço proximal do fêmur.

Posicionamento- A abdução do fêmur é mostrada pelo colo femoral em perfil, superposto pelo trocânter maior.

  

Figuras 54, 55 e 56- Incidência de perfil de quadril direito.https://oquadril.com.br/radiografias/. Posicionamento para perfil de quadril. RC direcionado para 2,5cm a 5cm distal ao meio do colo femoral. O colo femoral pode ser localizado cerca de 3 a 5cm medial e 8 a 10cm distal à EIAS. BONTRAGER, 8ª EDIÇÃO (55), e imagem radiográfica de um perfil de quadril D (56). Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023

 

DIFERENTES FONTES DE PESQUISA COM DIFERENCIAÇÃO DE POSICIONAMENTO PARA OBLÍQUA POSTERIOR DE QUADRIL/PERFIL ESTRUTURAL.

  

 

 



   

 
 
MARCOS DE REFERÊNCIA PARA POSICIONAMENTO ANATÔMICO PRÁTICO PARA QUADRIL


  

Figura 57- Marcos que podem ser utilizados no posicionamento prático para a s incidências do quadril. Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023

 

 

  MÉTODO DE DANELIUS-MILLER*

OU INCIDÊNCIA AXIOLATERAL INFEROSSUPERIOR: FÊMUR E QUADRIL 

INDICAÇÃO: Incidência comum tanto para pacientes submetidos a traumatismos, cirurgias e processos pós-operatórios, como para outros que não conseguem mover ou girar a perna. 

POSICIONAMENTO DO PACIENTE E DA  PARTE: O exame pode ser realizado na maca ou na cama, se possível eleva-se a pelve 3 a 5cm, se possível, com a utilização de apoios sob a pelve ( mais importante em pacientes magros e nos pacientes  posicionados na cama . flexionar e elevar a perna não fraturada, de forma que a coxa contralateral esteja fora do campo de visão. Assegurar que não haja rotação da pelve. Colocar o RI na dobra acima da crista ilíaca e ajustá-lo de maneira que permaneça paralelo ao colo femoral e perpendicular ao RC. E se possível realizar a rotação da perna afetada de 15º a 20º caso não haja contraindicação.

RAIO CENTRAL- Raio central perpendicular ao colo do fêmur.

CRITÉRIOS RADIOLÓGICOS

A cabeça e colo do fêmur, acetábulo e trocânter maior devem aparecer inteiros;

parte distal do colo femoral deve estar superposta pelo trocânter maior. uma exposição ideal proporciona  a visualização da parte externa de toda a cabeça do fêmur e do acetábulo, sem superexposição do colo e da diáfise proximal do fêmur.

 

 Figuras 58 e 59- Axiolateral do quadril, e incidência radiográfica de perfil cirúrgico e descrição anatômica. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO 

MÉTODO DE CLEMENTS NAKAYAMA*
INCIDÊNCIA AXIOLATERAL MODIFICADA

INDICAÇÃO: Essa visão oblíqua em perfil é útil para a avaliação de possíveis fraturas de quadril, ou ortoplastias (cirurgias de prótese de quadril), e quando o paciente apresentar limitações de movimento.

 

POSICIONAMENTO DAS PARTES: Manter a perna em posição neutra (anatômica) (o ângulo do RC a 15º posterior compensa  a rotação interna da perna). Colocar o RI na bandeja da estativa estendida, a fim de posicionar a borda inferior do RI cerca de 5cm abaixo do nível do topo da mesa.

 

RAIO CENTRAL- Raio central deve incidir medialmente, de modo que esteja perpendicular e centralizado com o colo do fêmur. Posicioná-lo a um ângulo de 15º a 20º posteriormente com a horizontal.

   

Figuras  60 e 61- Incidência axiolateral modifificada – RC inclinado 15º a partir da horizontal, perpendicular ao colo do fêmur, e anatomia descritiva da  imagem adquirida. BONTRAGER, 7ª  EDIÇÃO.

MÉTODO DE SANDERSON*

INDICAÇÃO: Demonstrar alinhamento de próteses ou pinos nos pós-operatórios.

 

 POSICIONAMENTO DO PACIENTE E DA PARTE

- Paciente no leito ou mesa de exames.

- Um apoio deve ser colocado em baixo do quadril afetado, na tentativa de formar um ângulo de 20º a 30º.

- Cassete parcialmente posicionado sob o quadril, angule o cassete paralelamente ao eixo longitudinal do pé.

- Angule o raio central médio-lateralmente para que fique  perpendicular ao eixo longitudinal do pé.

- Uma angulação de 10º a 20º pode ser necessária para visualização do colo e da cabeça do fêmur.

 

 

Figuras  62 e 63- Método-lateral do fêmur próximal e quadril. Exame realizado na mesa, ou leito. RC angulado médio- lateralmente, perpendicular  ao eixo longitudinal do pé. Lateral do quadril para o método de Sanderson. BONTRAGER, 8ª EDIÇÃO
 

MÉTODO DE CROSS TABLE/ARCELIN*

 INDICAÇÃO:  Demonstrar alinhamento de próteses ou pinos nos pós-operatórios.

 
 
 
Figuras 64 e 65- Modificado de Seung-Jae et.al. Radiographic Techniques and Image Features of the Hip

 
RESUMO  DAS INCIDÊNCIAS ESTUDADAS
 


 

POSICIONAMENTO PARA A INCIDÊNCIA DE LEQUESME

 OU “FALSO PERFIL”.

INDICAÇÕES: Síndrome do impacto e deformidade envolvendo cabeça do fêmur e acetábulo e articulação coxo femural.


 
Figuras  66, 67 e 68- Fatores técnicos de posicionamento segundo a fonte citada (66). Posicionamento para a incidência de Lesquesme ou “falso perfil. E respectiva imagem radiográfica. MSKRad. Posicionamento para a incidência de Lesquesme ou “falso perfil. E respectiva imagem radiográfica. MSKRad 


POSICIONAMENTO PARA A INCIDÊNCIA DE DUCROQUET

INDICAÇÕES: Síndrome do impacto e deformidade envolvendo cabeça do fêmur e acetábulo e articulação coxo femural.

Figuras 69 e 70- Fatores técnicos de posicionamento segundo a fonte citada (69). Exemplo descritivo do posicionamento para incidência DUCROQUET e respectiva imagem radiológica.https://www.mskrad.com.br/qua

INCIDÊNCIA OU PROJEÇÃO DE DUNN

INDICAÇÕES: Síndrome do impacto e deformidade envolvendo cabeça do fêmur e acetábulo e articulação coxo femural.

 

 
Figuras 71 e 72- Fatores técnicos da fonte citada (71). Incidência de Dunn com flexão de 45º e abdução de 20º e Dunn 90º com flexão de 90º do quadril.
 

INCIDÊNCIA DE BUDIN E CHANDLER 

INDICAÇÕES:  Luxações e avaliação de articulações bilaterais comparativas ou luxações congênitas, avaliação das relações articulares entre o acetábulo e o fêmur. Não é utilizado como rotina. 

 

   
Figura 73- Descrição da incidência  de BUDIN e CHANDLER. Fonte: Técnica Radiológica Médica.

 

INCIDÊNCIA OUTLET/MÉTODO DE TAYLOR OU ”VISTA DE FORA”

&

INCIDÊNCIA INLET “VISTA DE DENTRO” OU “VISTA DE CIMA”

 IN- DENTRO

         OUT- FORA

Figuras 74,75 e 76- Esquema para melhor visualização da direção do feixe de raios X . Incidências da projeção Inlet (75) e Outlet. (76). Tn: CLÉLIA MAGALHÃES, 2023

 

INCIDÊNCIA INLET- “VISTA DE DENTRO”

INCIDÊNCIA DA ENTRADA *AP* AXIAL DE PELVE

INDICAÇÕES- Essa incidência axial é utilizada para avaliar o anel pélvico. Permite a avaliação de traumas pélvicos, luxações posteriores ou rotação interna ou externa da pelve anterior.

POSICIONAMENTO DO PACIENTE-  Paciente em decúbito dorsal, se for possível colocar um suporte sob os joelhos para melhor conforto. essa incidência axial é utilizada para avaliar o anel pélvico. permite a avaliação de traumas pélvicos, luxações posteriores ou rotação interna ou externa da pelve anterior;

- Alinhar o plano mediossagital com o RC e com a linha da mesa;

- Assegura-se que a pelve não esteja rodada;

- Centralizar o RC em relação a projeção do raio central.

RAIO CENTRAL- RC com ângulo de 40º caudal (quase perpendicular ao plano da entrada);

RC direcionado a um ponto na linha média ao nível das EIAS.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: A incidência em questão serve para avaliar o anel pélvico. A angulação correta mostrará as porções anteriores e posteriores do anel pélvico superpostas. As áreas de colimação se estendem-se igualmente em ambos os lados até a região lateral das cabeças femorais e acetábulos. As faces laterais das asas geralmente estão superexpostas as margens ósseas e as marcas trabeculares dos ossos púbicos e isquiáticos aparecem nitidamente, indicando que não houve rotação ou movimento.

 

Figuras 77 e 78- Incidência AP axial de entrada- RC a 40º caudais perpendicular à entrada da pelve. Radiografia da Incidência AP axial de entrada- RC a 40º caudais perpendicular à entrada da pelve. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO

 
 
Figura 79- Imagem radiográfica da incidência da pelve IN LET. BIASOLI, 2ª EDIÇÃO.
 

DIFERENTES FONTES DE PESQUISA COM DIFERENCIAÇÃO DA INCIDÊNCIA DO RAIO CENTRAL PARA PROJEÇÃO INLET

 

  

 


INCIDÊNCIA OUTLET/MÉTODO DE TAYLOR/”VISTA DE FORA”
INCIDÊNCIA DE “SAÍDA EM AP* AXIAL  PARA OSSOS PÉLVICOS.

INDICAÇÃO: Estudo radiológico dos ramos do púbis, dos ísquios e da sínfise pubiana. Essa incidência apresenta uma visão bilateral dos ossos púbicos para avaliar traumas pélvicos e luxações.

PACIENTE: Paciente em decúbito dorsal, com as pernas estendidas, se possível fornecer a ele um - - -    -*Suporte sob os joelhos para melhor conforto;

- Alinhe o plano mediossagital ao RC e à linha média da mesa;

- Assegure-se de que a pelve não esteja rodada;

- Centralize o filme em relação ao RC projetado.

RAIO CENTRAL- Ângulo do Raio Central (no sentido cefálico) de 20º a 35º em homens;

RAIO CENTRAL- Ângulo do Raio Central (no sentido cefálico) de 30º a 45º mulheres.

POSIÇÃO DO RAIO CENTRAL - Direcione o RC a um ponto da linha média 3 a 5cm distal à borda superior da sínfise púbica ou trocânteres maiores.

CRITÉRIOS  RADIOGRÁFICOS

Ramos superiores e inferiores dos ossos púbicos e corpo do ramo do ísquio são bem demonstrados, com o mínimo encurtamento ou sobreposição. Nenhuma rotação dos forames obturadores, ísquio e púbis deve ser evidenciada. Devem estar incluídos na imagem. Margens superiores e inferiores do corpo e ramos púbicos superiores e as tuberosidades isquiáticas e o ponto médio da articulação da sínfise púbica deve estar no centro de colimação.

 

    
Figuras 81 e 82- Incidência AP axial de saída- RC a 40º cefálicos. E ADAPTAÇÃO /BONTRAGER, 7º edição.
 
 
 
  
Figuras 83 e 84- Radiografia com anatomia detalhada da Incidência AP axial de saída. BONTRAGER, 7º EDIÇÃO e fratura do ramo superior e inferior do púbis esquerdo. 
 
 
 
 Vídeo 01-  Animação do posicionamento para  as  projeções OUTLET & INLET. Fonte: guerreirosdaradiologia.eadbox.com. E adaptação. Clélia Magalhães
 

DIFERENTES FONTES DE PESQUISA COM DIFERENCIAÇÃO DA INCIDÊNCIA DO

RAIO CENTRAL PARA PROJEÇÃO OUTLET/TAYLOR.

   

 

  

  

 

INCIDÊNCIA DE THOMS PARA BACIA

INDICAÇÃO:  É utilizada complementarmente no estudo radiográfico da pelve óssea (bacia) indicada no estudo dos ramos dos púbis e dos ísquios e da sinfíses púbicas.

POSIÇÃO DO PACIENTE:  Paciente semissentado de maneira que seu tórax forme um ângulo de aproximadamente 60º com a superfície da mesa bucky. O plano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. os membros inferiores devem estar em posição anatômica (ausência de rotação) e simetricamente afastados um do outro.

CRITÉRIOS DE POSICIONAMENTO

Região inferior do púbis mais próxima do filme. as pernas devem ficar afastadas uma da outra.

RAIO CENTRAL- perpendicular, e penetrando no nível da sinfíse pubiana.

     
Figuras 85 e 86-  Posicionamento para a incidência de Thoms. Biasoli e Boisson

 MÉTODO DE TEUFEL

INDICAÇÃO- Essa posição é útil para avaliação de fratura no acetábulo, especialmente na parede súpero- posterior do acetábulo.

Para estruturas unilaterais da bacia e quadril usar colimação mais rigorosa dos 4 lados

Alinhar a cabeça do fêmur e o acetábulo de interesse com a linha média da mesa e/ou do RI. E posicionar  o lado afetado para baixo.

RAIO CENTRAL- Direcionar o RC perpendicular e centralizado a 2,5cm superior no nível do trocânter maior, aproximadamente 5cm lateral ao plano médio sagital.

O RAIO CENTRAL- Deverá ser inclinado 12º cefálico.

CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS:

Parede súpero-posterior do acetábulo é visualizada.

o forame obturador deverá estar aberto se o paciente  estiver devidamente obliquado.

Visualização clara das margens ósseas e marcas trabeculares das regiões do acetábulo e da cabeça femoral, essas marcas  devém aparecer nitidamente indicando que não houve rotação. 


Figuras 87 e 88- Incidência PA oblíqua axial (Teufel) com 12º de inclinação cefálico e respectiva imagem radiográfica. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO 

 

INCIDÊNCIA PARA ARTICULAÇÕES SACROILÍACAS OU “FERGUSON”.

INDICAÇÕES- Avaliação de fraturas, luxações ou subluxações das articulações si.

POSIÇÃO DO PACIENTE- Paciente em decúbito dorsal, com as pernas do paciente totalmente estendidas;

- Alinhar o plano médio sagital do paciente ao plano central da mesa.

- Garantir ausência de rotação;

- Angular o centro do RI no RC projetado. 

RAIO CENTRAL- ANGULAR O RC 30º A 35º CEFÁLICO.

HOMENS= GERALMENTE 30º

MULHERES= GERALMENTE 35º

POSICIONAMENTO DA PARTE/PACIENTE- Ausência de rotação e evidenciada também pelo processo espinhoso de L5 no centro do corpo vertebral e aparência simétrica  das asas bilaterais do sacro.

RAIO CENTRAL de 30 a 35º cefálico ou de 25º a 30º para certas bibliografias

Colimação e RC- Os espaços articulares e os forames obturadores devem aparecer abertos indicando a angulação correta do RC. As articulações e os segmentos do sacro devem estar centralizados no campo de colimação.

 

Figuras 89, 90 e 91-  Incidência  em AP Axial  das articulações sacroilíacas.  Com angulação de 30º  a 35º cefálico. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO  

 

 

 

DIFERENTES FONTES DE PESQUISA COM DIFERENCIAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE “FERGUSON” PARA  ARTICULAÇÕES SACROILÍACAS

 

    

 


  

 


MARCOS DE REFERÊNCIA PARA POSICIONAMENTO ANATÔMICO PRÁTICO PARA FERGUSON. 

 

  

Figura 92- Adaptação. MAGALHÃES, 2023


POSIÇÃO POSTERIOR OBLÍQUAS ( PORQUE É A PARTE DE TRÁS QUE SE ENCONTRA VOLTADA PRA BAIXO) PARA ARTICULAÇÃO SACROILÍACAS

INDICAÇÕES- Avaliação de fraturas, luxações ou subluxações das articulações si. ambos os lados devem ser examinados para efeito comparativo.

POSIÇÃO DO PACIENTE- Gire o paciente de 25º a 30º  na direção posterior oblíqua.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: O lado a ser estudo é o lado elevado, ou seja: o lado que estará distante do filme.

RAIO CENTRAL- Perpendicular e direcionado 3 cm abaixo e medial as EIAS.

Direcionar o RC ao ponto da linha média cerca de 5cm abaixo do nível da EIAS.

CRITÉRIOS RADIOLÓGICOS

As articulações sacroilíacas mais distantes do filme são as que devem aparecer na imagem.

A asa do ílio e o sacro não devem estar sobrepostas, indicando a correta obliquidade.

Uma exposição adequada mostrará com clareza as margens do espaço articular em toda totalidade.As margens ósseas e a trama trabecular aparecem com nitidez, indicando ausência de movimento. 

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE !!!!

POR QUE OPD PARA ARTICULAÇÃO SI E?

PORQUE É A PARTE D É QUE SE ENCONTRA PRÓXIMA DO CASSETE.

 

  

Figura 93- Oblíqua posterior direita para as articulações SI do lado esquerdo. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO  

 

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE !!!!

POR QUE OPE PARA ARTICULAÇÃO SI D?

PORQUE É A PARTE E É QUE SE ENCONTRA PRÓXIMA DO CASSETE.

 

 

Figura 94- Oblíqua posterior esquerda para as articulações SI do lado direito. BONTRAGER, 7ª EDIÇÃO

 

 


Figuras  95 e 96- A e B- Imagem radiológicas das articulações sacroilíacas  em oblíqua  anteroposterior. BIASOLI, 2º EDIÇÃO
 

ALAR E OBTURATRIZ/MÉTODO DE JUDET

POSTERIOR OBLÍQUA DA PELVE-ACETÁBULO

INDICAÇÃO: Fratura acetábular ou luxações do quadril. Geralmente são feitas oblíquas direitas e esquerdas para efeito comparativo.

POSIÇÃO DA PARTE: Posicione o paciente em posterior oblíqua a 45º, tanto o tórax quanto a pelve devem estar em um ângulo de 45º. Alinhar a cabeça do fêmur e o acetábulo de interesse na linha média da mesa.

PARA O ALAR-  RC PERPENDICULAR E CENTRALIZADO 5CM DISTAL E 5CM MEDIAL À EIAS DA PARTE INFERIOR.

PARA O OBTURATRIZ-  RC PERPENDICULAR E CENTRALIZADO A 5CM DIRETAMENTE DISTAL À EIAS  DA PARTE SUPERIOR.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE !!!!

POR QUE OPE PARA VISUALIZAR LADO D?

PORQUE É A PARTE E É QUE SE ENCONTRA PRÓXIMA DO CASSETE.

Figuras 97 e 98- Posicionamento para a incidência de Alar ou perfil de quadril. BONTRAGER, 8ª EDIÇÃO.
 
  
Figuras 99 e 1 00-  (OBTURATRIZ) Incidência oblíqua posterior – lado superior borda posterior e coluna anterior (ilío-púbico). BONTRAGER, 7º EDIÇÃO.

 

 

 

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